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Por que nutricionistas atacam low-carb e jejum?

Já reparou a quantidade de nutricionistas que se identificam como Fulano.Nutri, Nutri-Beltrana nas redes sociais? Tenho comigo que isso acontece de forma meio incomum. Isso tem um preço.

Na Nutrição (não exclusivo dela!) as crenças acabam moldando a identidade desses profissionais! E se nossa identidade está de forma tão severamente arraigada às crenças e a um grupo em particular (no caso a ortodoxia da Nutrição), qualquer ameaça ao status quo é uma ameaça à própria pessoa! É como se a sobrevivência da teoria do déficit calórico fosse a sobrevivência do Fulano.Nutri… ou que óleos vegetais sendo desbancados, desbancaríamos assim a Nutri-Beltrana.

Esses profissionais não buscam serem melhores (é quando tiramos o erro da frente que melhoramos), mas buscam apenas sobreviver. E defender a qualquer custo essas ideias (ainda que erradas!) é assim uma questão de sobrevivência!

Esses profissionais vivem atacando jejum, low-carb e cetogênica (e carnívora e Paleo, etc) não por razão técnica! Mas porque são exemplos de ameaças cada vez mais acessíveis ao leigo autodidata. Como o Fulano.Nutri tem sua identidade 100% atrelada à Nutrição (mas não a uma melhor nutrição!), é esperado esse anseio em atacar aquilo que ameaça o dogma da Nutrição.

Repare, por exemplo, que mesmo o Veganismo sendo inferior à Carnívora os profissionais não se manifestam. Sabe por quê? Porque o veganismo é a ortodoxia! Se é o status quo, não há porque se rebelar, uma vez que não é uma ameaça à identidade deles!

É a tática do medo! De falar que tudo é perigoso! Quando um professor vem e fala que jejum de 7 dias mata ele está mentindo… é mentiroso, é canalha, é mau caratismo.

Quando o Nutri Nesfit fala que jejum perde massa magra é a mesma coisa! Ele apela ao medo porque ele PRECISA destruir o conceito do jejum (ou low carb)… porque uma vez que o low carb (ou jejum) se sobrepõe à ortodoxia de comer farinha a cada 3 horas a Nutrição enterra antigas diretrizes e o Fulano e a Beltrana se sentirão mortos, pois essa é a identidade deles, não importa se certa ou errada.

“Se apaixone, mas nunca case com uma ideia.” 

Livro: EM DEFESA DO JEJUM (pré-lançamento!)

E se de repente tudo o que você ouve dizer ou acha que sabe sobre jejum for um grande e enorme equívoco? E se de repente alguém te mostrasse, baseado em evidências sólidas e rigoroso controle, que esta prática milenar tem benefícios quase inimagináveis e nunca trazidos ao grande público de forma clara, didática e objetiva?

O jejum, ou seja, a abstinência voluntária de alimento e alimento, mas não de água, tem sido utilizado e praticado por nossa espécie desde os seus primórdios. Seja por falta de opção (miséria), seja por uma busca voluntária por seus benefícios. Porém, essa ferramenta de saúde é alvo constante de críticas por boa parte dos profissionais da área. 

​Diferentemente de muitos que emitem opiniões técnicas sem embasamento, o leitor verá que nenhum dos assuntos abordados no livro vem da opinião ou apenas “achismo” do autor. Não há uma tentativa de se reinventar a maneira ou a prática do jejum. O livro é apenas um veículo, em língua portuguesa, revisitando esta que é uma das práticas mais antigas e naturais de nossa espécie.

Revisitar esta prática não deixa de ser também um modo de rever nossa relação atual com a abundância constante de alimentos que parece ser uma das causas motores dos males de saúde, entre eles, a obesidade e todas as suas consequências prejudiciais à saúde.

​Será que combater o jejum, como fazem as diretrizes oficiais e os profissionais ortodoxos da saúde, é mesmo a melhor opção? Não estaríamos fazendo algo de muito errado ao abandonar um hábito que durante toda nossa existência mostrou ser fonte e promotora de saúde?

​Você verá na obra, por exemplo, que jejum não é nem nunca foi dieta! Que não há perda de massa magra em sua prática. Que ao contrário do que dizem em tempos de pandemias, ele é um poderoso promotor da imunidade. Assim como, impossível ignorar o tema em um mundo obeso e diabético, uma ferramenta útil no emagrecimento e no controle de inúmeras doenças.

​Leia e descubra por si só! Benefícios bem documentados na história e outros que você nunca imaginou haver. Venha em uma viagem com um material e estudos nunca antes publicados ou trazidos em língua portuguesa. Você vai se surpreender!

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De Ramadã, jejum e a Nutrição como religião

Ontem começou mais um Ramadã, o jejum anual dos muçulmanos, que é quando por aproximadamente 30 dias seguidos eles praticam um jejum que os impede de comer durante o dia, entre o nascer e o pôr-do-sol.

Umas das coisas que merece nossa atenção é que o período do Ramadã varia ao longo dos anos, possibilitando assim, uma análise interessante de seus efeitos.

O Ramadã nos ensina muito sobre o jejum com outras finalidades, pois o crente que for idoso, criança, estiver muito doente, amamentando ou for gestante, está dispensado da prática.

Um dos tantos objetivos da prática do jejum está, veja só, a correção pessoal e o autodomínio.

O QUE O RAMADÃ ENSINA AO ESPORTE?

Quando escrevia meu livro “O Treinador Clandestino” mergulhei no tema porque, como dito, por ser em períodos diferentes do ano isso possibilitava analisar de forma mais interessante os efeitos da prática no desempenho de atletas. Isso porque eles possuem calendários rígidos de competição.

E o que encontrei? Que cruzando-se os dados NÃO conseguimos ver qualquer risco aumentado de lesão, assim como não notamos perda de desempenho!

JEJUM E DIRETRIZES NUTRICIONAIS

É meio inexplicável as diretrizes nutricionais condenarem o jejum com a ideia NÃO fundamentada de que o jejum engorde ou promova perda de massa magra. Há ainda outra esquizofrenia da categoria, que diz que o jejum (uma restrição alimentar) aumente as chances de distúrbios alimentares (ex: bulimia e anorexia).

De vez em quando as pessoas me perguntam se no futuro as diretrizes nutricionais sairão do atual delírio coletivo. Sou bem pessimista e me explico.

A população muçulmana é de cerca de 1 bilhão de pessoas. Falamos assim de uma religião milenar e com uma amostragem quase incalculável. Se os malefícios que a ortodoxia da Nutrição diz que o jejum acarreta fossem de alguma forma verdade, teríamos aqui evidências em números que tornariam as afirmações incontestáveis.

Não é o caso. Não há números que mudem o posicionamento na Nutrição. Isso porque ela é uma profissão que não se move por ciência, mas puramente por fé. E fé não se discute.

O que um galo nos ensina sobre jejum?

No blog Viva Toscana fui apresentado à lenda do “Gallo Nero”, símbolo de um vinho local.

Em tempos medievais, Firenze e Siena lutavam pela posição da fronteira dos territórios. Entre elas encontrava-se a valorizada região de Chianti, local do vinho.

Cansados de tantas batalhas decidiram terminar o impasse com uma disputa peculiar. Um desafio com só 2 cavaleiros, um de cada cidade. Ao nascer do sol, quando o galo cantasse, cada cavaleiro partiria de sua respectiva cidade em direção à oposta. A fronteira seria determinada no exato ponto em que eles se encontrassem.

Os cidadãos de Siena escolheram um galo branco e o deram comida pra que ao nascer do sol ele tivesse o canto mais forte. Já os fiorentinos escolheram um galo preto e não lhe deram comida. Ou seja, jejum.

No dia do desafio, o preto fiorentino começou a cantar antes do nascer do sol. Já o galo branco, satisfeito por tanta comida, dormia. Assim, o cavaleiro fiorentino iniciou seu galope mais cedo que o de Siena que teve que esperar até o galo cantar.

O resultado foi que os dois cavaleiros se encontraram havia poucos quilômetros dos muros de Siena, e assim a República Fiorentina ganhou a região do Chianti!

A natureza ensina demais. Qualquer um que já teve um cachorro sabe como eles ficam prostrados depois de comer. Quem usa cão como segurança do lar sabe que não deve dar jantar.

É na ausência de alimento que nossos sentidos ficam mais à flor da pele. Olfato, visão, paladar e… capacidades atléticas.

É na ausência do alimento que temos que ter nosso máximo desempenho para superar a caça, por exemplo. Animais aumentam sua energia exógena no JEJUM, ou seja, na falta da endógena! E ficam letárgicos quando há energia endógena (após comer ou no caso da obesidade).

Tive a experiência de treinar com 2 lutadores profissionais de MMA. Perguntei no treino nem tão cedo se haviam comido. NÃO. Motivo: manter o estado de alerta. Não deve ser agradável tomar um chute giratório na boca logo às 10h00.

E nos meus treinos na Etiópia? Atletas 100% em jejum.

Mas certo devem estar meus ex-professores que não trabalham com esporte ou o nutricionista de assessoria, que pede suco de beterraba, palatinose, bisnaguinha, água de côco…

A 2a Guerra Mundial e a Nutrição

Poucas coisas fazem o mundo avançar mais do que períodos de guerra, goste vc ou não. Nutrição e guerra andam mais próximos do imaginamos.

Na faculdade NUNCA essa relação me foi citada. Vou trazer umas curiosidades.

EMAGRECIMENTO

O mais espetacular estudo já feito no tema é o Minnesota Experiment Starvation. A obra feita por causa da 2a Guerra reconta um estudo irreplicável por questões éticas. Basta ler pra saber que a ideia do déficit calórico como promotor do emagrecimento não se sustenta que não seja por desejo, preguiça ou ignorância da categoria. Reforço: o estudo mais incrível e totalmente ignorado nas faculdades chega a conclusões que derrubam a tese central da profissão.

CIGARROS

O autor do tal estudo foi Ancel Keys, que virou nome da “ração K”, dada aos combatentes. O que ia nela entre outras coisas? Cigarro. Sim, médicos prescreviam cigarros aos “atletas” mais importantes da geração. Mas você aí ainda acha uma boa ideia seguir diretriz nutricional ortodoxa.

GORDURA MATA?

Pouca gente matou mais do que Keys ao longo da história moderna. Ele é o pai da teoria da gordura saturada (e depois colesterol) como causador de doenças cardíacas. A teoria, sem embasamento sólido, é até hoje o pilar das recomendações nutricionais e médicas pra saúde do coração. E você insiste em seguir diretriz nutricional ortodoxa.

JEJUM

A escassez de alimentos durante a guerra nos reforça a tese de que a alimentação regular (a cada 3 horas) não faz sentido algum. Números históricos do período mostraram que foi na AUSÊNCIA de refeições que a saúde britânica melhorou.

GLÚTEN

O cartaz real desse post pede aos britânicos pra não comer pão, deixar aos soldados. Na Holanda foi mais duro. Sem pães eles deixaram de consumir glúten. Médicos notaram a melhora da saúde das crianças celíacas que deixavam de morrer. Resolvia-se assim um mistério de séculos! Mas não falta quem ainda ache que restringir glúten seja ruim.

LEGADO ALEMÃO

Com o fim da Guerra “pegava mal” ser adepto da “ciência alemã”. Tudo de lá era pra ser enterrado. Bom ou ruim! Eles tinham o conceito da obesidade como algo biológico, não matemático. Mas em seu lugar, nos anos 50 ganhou força um trabalho falho que ia na direção oposta.

WORKSHOP Jejum, Saúde & Atividade Física!

É com enorme alegria que chegamos pra lançar nossa turma 3 do Workshop JEJUM, SAÚDE & ATIVIDADE FÍSICA!
Uma semana inteira falando o que você nunca ouviu sobre o tema!
Duvida? Participe! Encontrará coisas que nunca te disseram! 

Você sairá mais afiado do que a maioria dos profissionais da área!

QUANDO? De 14 a 18 de dezembro.

Jejum & Saúde – Live

Você sabe o que é JEJUM? Os benefícios? O que quebra? Por que tanta gente resolveu falar disso agora? As vantagens, segurança, etc..?
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Suplementos? Métodos de treino? Educativos?

“É O PESO, ESTÚPIDO!”

Um levantamento francês encontrou que o peso dos 100 melhores maratonistas do mundo em 2011 é 3,2kg mais baixo que o peso dos top 100 em 1990. Pode parecer pouco, mas como quase a totalidade deles pesa menos de 60kg, estamos falando de 6% a menos de peso.

Nutricionistas IPI, médicos do esporte, corredor amador lento… esses caras parecem bêbados procurando a chave de casa embaixo do poste porque é só lá que o ambiente é iluminado.

Os melhores atletas SABEM o que determina o sucesso em seu esporte. Pareço repetitivo, mas já disse de graça aqui N vezes que na corrida o que importa é: volume de treino, capacidade de dissipar calor e baixo peso.

Quando o nutricionista-burro-IPI vem e diz que “não recomenda jejum no desempenho” ele apenas assina um atestado de ignorância. Primeiro porque os melhores do mundo o fazem há DÉCADAS (e um nutricionista-burro-IPI nunca ensina mais que os melhores).

E segundo porque jejum é um mecanismo de auxílio de BAIXO PESO. Agora volte lá e veja qual é umas das 3 variáveis determinantes de desempenho que listei de graça pra você.

Mas há sempre a opção de estarmos todos muito errados, lógico! Então sempre quando me marcam em publicação em que o nutricionista IPI pede pão francês ou bisnaguinha de pré-treino (ou um dos suplementos que ele tem que vender), me pergunto o que aconteceria se esse sábio estivesse na África, origem de 90 dos 100 melhores maratonistas do mudo… ele faria africanos fazer 42km em 1h35?

O que você acha? Os prós estão errados, mas o seu amigo da assessoria que corre a 4’35”/km está certo?

p.s.: agora na quarentena ajudei um amador em SEMANAS a perder ~14kg (sem fome, sem lanche, sem pré-treino, sem suplemento…). Fez em treino o que NUNCA fez em prova. Qual a conclusão do treinador? “Ah, se consumir mais carboidrato… vai voar…” Pois é! Nem mesmo ele entendeu que a lista que coloquei aqui NÃO fala NADA sobre consumo de carboidrato.

Como chegamos até aqui??

Nos últimos dias escrevi 10 dicas de alimentação. As pessoas sempre me perguntam como chegamos onde chegamos no assunto nutrição… como deixamos que as diretrizes tenham sido desenhadas de forma a ADOECER e a ENGORDAR a sociedade. Muita gente (não são poucas) acreditam e fazem teorias da conspiração. Eu não acredito! De verdade!

Um livro reconta muito bem o nó legal e tributário em que estamos. Em “Sal, açúcar, gordura” (Salt Sugar Fat) o vencedor do Pulitzer Michael Moss revela como podemos ser pessimista quanto ao futuro. Quem conhece a história por trás da teoria de que a gordura saturada faria mal se dá conta que Ancel Keys (um homem inteligentíssimo) fez o que qualquer acadêmico faria: distorceu o que tinha em mãos pra se provar certo.

Como TODA a categoria caiu na mentira, hoje não podem voltar atrás e admitir o equívoco. Eles não têm saída! Se admitirem que estavam SEMPRE errados, perdem crédito ($).

Eu não acredito em complô e lobbying da indústria alimentar e farmacêutica. Elas não precisam disso! Nutricionistas, Médicos e acadêmicos (professores principalmente) fazem isso de graça por elas. Minhas duas avós morreram analfabetas praticamente. Elas comiam banha. Meus professores? ELES quem me fizeram por anos consumir canola.

Eu NUNCA tive um treinador (todos eles formados e ex-atletas) que pedisse pré-treino ou lanche pós-treino. Foram meus professores (que nunca correram) que dizem que é preciso. Minhas avós sem irem à escola sabem mais sobre alimentação que 98% de meus professores. Elas nunca usariam redes sociais para defender um alimento industrializado, como os óleos vegetais industrializados. Quem faz isso é em sua maioria – sempre bom reforçar – gente titulada (Nutricionista, Médico, acadêmicos…).

Sono, Sol & Estresse. (dica #9)

Por décadas a Nutrição vem enfatizando duas coisas no emagrecimento (manutenção do peso): calorias e balanço calórico. Ela trata assim de forma matemática uma questão biológica. Não faz sentido. Não é aritmética, é fisiologia.

Toda espécie tem padrões comportamentais além da dieta. O ser humano, é diurno (dica 8), ou seja, dormimos de noite. Ao não mais dormirmos pela noite (seja por trabalho, estudo, por Netflix ou por baladas, por exemplo) nós criamos um distúrbio em nosso padrão de sono. E isso não só gera fome como menor força de vontade para resistir a alimentos menos saudáveis.

Não é somente o sono que faz isso. O estresse também. Por muito tempo nos diziam que as pessoas que trabalhavam demais engordavam porque geralmente eram trabalhos não braçais, não se movimentavam. Ignorava-se assim que o estresse entre tantas coisas mantém elevado os níveis de cortisol (não à toa chamado de hormônio do estresse).

E a elevação constante desse hormônio gera… engorda! AINDA que o executivo contrate um personal trainer porque isso não muda a RAZÃO do problema. Não adianta queimar mais calorias porque não é uma questão matemática, é biológica.

Não e à toa que a Pecuária que engorda seus rebanhos com enorme competência e eficiência mexe no padrão dos animais (diminuindo seu padrão de sono com luzes) e os mantêm estressados. (Além de oferecer os mesmos grãos e várias refeições ao dia que a Nutrição diz nos emagrecer).

Tem mais uma coisa que fazem. Animais confinados não são expostos ao sol.

Como animais diurnos, nós PRECISAMOS nos expor ao sol. É surpreendente como conseguiram nos convencer que sal (essencial à vida) faz mal, que jejum faz mal, que carne (o alimento nutricionalmente mais rico que existe) faz mal e que a exposição ao sol, ESSENCIAL à saúde, seja perigoso.

A não exposição ao sol piora nossa saúde! Dormir mal, dormir fora de hora e dormir pouco piora nossa saúde e nos engorda! O estresse nos engorda!

DICA #9: Emagrecer envolve cuidar do comer e do não comer (jejum); mas envolve também gerenciar o estresse e o padrão de sono.