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O SAL, uma história – parte 3.

Vou falar algo que NUNCA te contaram! A insulina (liberada quando consumimos açúcar, grãos, tubérculos e suas farinhas) sinaliza aos rins pra que eles retenham sódio. Isso pra que o corpo retenha mais água pra aumentar o volume plasmático, diluindo o açúcar (glicose), fazendo cair a glicemia.

Imagine que sua casa tem ao todo 50m de canos (nossas artérias). Os 50m de cano da casa tem que agora acomodar mais água. Só que com os mesmos 50m, mais água significa aumento da pressão!

É ISSO que acontece quando elevamos nossa insulina ao comer muito amido ou açúcar. Não que o AÇÚCAR (ou o amido e glicose) retenham sal, mas é a INSULINA que faz isso! Veja que curioso: não é o SAL, mas o AÇÚCAR (insulina!) que eleva a pressão! O sal é a ferramenta pra elevá-la, não é a CAUSA!

Hipertensão é assim causada pelo corpo em resposta ao consumo de AÇÚCAR & AMIDO! NÃO de sal!

A miopia na turma da saúde vem ainda por outra razão. Muitos alimentos industrializados são ricos em sal! Isso porque o sal é um estabilizador e um elemento que dá mais palatabilidade às receitas (pergunte a qualquer doceira de mão cheia, elas colocam pitadas de sal nas receitas de doce). Ele é barato, prático e eficiente! O refrigerante é doce? SIM! E nele vai muito SAL! A indústria SABE há décadas desse poder dele!

Por isso ainda que quando um hipertenso emagrece (geralmente reduzindo seus níveis de insulina, o hormônio engordativo) a hipertensão também cai! (nisso até “especialistas” de meia tigela da TV acertam sem saber pedindo que emagrecimento. Não é o peso que tem que cair, mas os níveis de insulina!)

Estou quase acabando!

Caso amanhã inventem fast-food com ZERO sal (ou sódio) ele continuará sendo maléfico ao hipertenso porque fast-food por natureza tem carboidrato refinado, elevando a INSULINA, ele contendo ou não sal.

Pra encerrar, o cético deve estar pensando: “quer dizer então que o Balu se acha o gênio que viu algo que o mundo inteiro nunca viu?”

NÃO! TUDO que escrevi acima está na página 2 de qualquer livro VAGABUNDO de fisiologia! É sabido há muito tempo! Não se esqueça: diretrizes nutricionais e médicas envolvendo saúde, emagrecimento e hipertensão são baseadas em sentimento, desejo e pensamento por aproximação.

O SAL, uma história – parte 2.

Falei dias atrás sobre borboletas beberem lágrimas de tartarugas e elefantes lamberem sal pra conseguir sódio.
Nutricionistas e médicos vivem falando que SAL faz mal, que causa hipertensão… SERÁ?!?
As diretrizes recomendam sal com moderação. Mas a absoluta maioria de nós ultrapassa o valor pedido.
Os especialistas alegam que sal é perigoso porque aumenta a pressão arterial e o risco cardíaco e renal. Existem evidências? Se bem me conhece já deve imaginar que não, afinal, as diretrizes não se baseiam em evidências, mas em sentimentos e desejos.
Consumir sal tem um efeito AGUDO no aumento da pressão. O corpo retém mais água pra compensar o aumento do sódio. Por isso alimentos salgados dão sede, é uma resposta natural, é o corpo cuidando do equilíbrio. A retenção líquida aumenta a pressão que cairá quando os rins eliminarem sal e água. Ou seja, é uma hipertensão MOMENTÂNEA.
O desafio é descobrir quando o efeito agudo vira crônico com consequências sérias. Ao focarmos a atenção no sal/sódio como causa corremos o risco de deixar passar o verdadeiro vilão.
A origem da teoria do sal como causa da hipertensão é de 1940 quando o médico Wallace Kempner desenvolveu a “dieta do arroz” e SEM EVIDÊNCIAS convenceu uma geração de médicos sobre a tese.
A dieta dele restringia fortemente o sal. Porém, Kempner também mexia com a quantidade de OUTROS nutrientes. Quando a dieta não funcionava, usava-se o argumento tão usado quando não se sabe a resposta do problema: terceirizava a culpa. Se a pressão não caía, a culpa era do paciente. É como fazem hoje quando a pessoa não emagrece cortando calorias!
Não existem evidências que justifiquem as recomendações para reduzir o consumo de sódio. Mais do que isso: não sabemos qual o excesso de sal que faz mal, mas sabemos que POUCO sal é BEM PERIGOSO! Exemplo: a dose equivalente para fazer um rato hipertenso equivale a 500g de sal a um humano adulto!
Bom, o que era hipótese virou norma, AINDA QUE SEM provas. A diretriz hoje se apoia em um ÚNICO estudo, o DASH, feito em 2001 e que durou apenas 30 dias com somente 412 indivíduos!
Como é bem típico na Nutrição, as diretrizes quanto ao consumo de sal parecem ignorar a ciência!

O SAL, uma história.

Repare nas borboletas do  vídeo que vai abaixo… Elas pousam para beber a lágrima das tartarugas por causa do sal. Isso mesmo! Esse é um hábito desses insetos porque o sal é essencial à vida. Animais como os elefantes lambem pedras para conseguir sal.

Sal, aliás, é tão importante que era moeda de negociação na antiguidade.

Você sabia que é mais fácil matar alguém tirando sal do que dando sal?? Isso porque ele é um elemento que percebemos quando está em excesso. A ideia de que sal faz mal, aliás, é tão estúpida que só pode ser defendida por acadêmicos… Sal é um marcador de quando o alimento é processado, industrializado, ele não é a causa, mas um sinal da baixa qualidade nutricional.

A teoria de que sal causa hipertensão é de uma teoria preguiçosa ainda da metade do século passado, da qual falei bastante aqui. Ao longo dos séculos o consumo de sal, aliás, só caiu e o de hipertensão apenas… subiu!

Tirar o sal da comida é como achar que os sapatos dão ressaca porque sempre quando acorda morrendo de dor de cabeça percebe que dormiu com eles. Não são os sapatos, é o álcool! Não é o sal, é muito provavelmente o açúcar! (Foi ESTE que aumentou em paralelo com a hipertensão)

O convido então a ler o que nunca te contaram sobre sal e hipertensão!

Como chegamos até aqui??

Nos últimos dias escrevi 10 dicas de alimentação. As pessoas sempre me perguntam como chegamos onde chegamos no assunto nutrição… como deixamos que as diretrizes tenham sido desenhadas de forma a ADOECER e a ENGORDAR a sociedade. Muita gente (não são poucas) acreditam e fazem teorias da conspiração. Eu não acredito! De verdade!

Um livro reconta muito bem o nó legal e tributário em que estamos. Em “Sal, açúcar, gordura” (Salt Sugar Fat) o vencedor do Pulitzer Michael Moss revela como podemos ser pessimista quanto ao futuro. Quem conhece a história por trás da teoria de que a gordura saturada faria mal se dá conta que Ancel Keys (um homem inteligentíssimo) fez o que qualquer acadêmico faria: distorceu o que tinha em mãos pra se provar certo.

Como TODA a categoria caiu na mentira, hoje não podem voltar atrás e admitir o equívoco. Eles não têm saída! Se admitirem que estavam SEMPRE errados, perdem crédito ($).

Eu não acredito em complô e lobbying da indústria alimentar e farmacêutica. Elas não precisam disso! Nutricionistas, Médicos e acadêmicos (professores principalmente) fazem isso de graça por elas. Minhas duas avós morreram analfabetas praticamente. Elas comiam banha. Meus professores? ELES quem me fizeram por anos consumir canola.

Eu NUNCA tive um treinador (todos eles formados e ex-atletas) que pedisse pré-treino ou lanche pós-treino. Foram meus professores (que nunca correram) que dizem que é preciso. Minhas avós sem irem à escola sabem mais sobre alimentação que 98% de meus professores. Elas nunca usariam redes sociais para defender um alimento industrializado, como os óleos vegetais industrializados. Quem faz isso é em sua maioria – sempre bom reforçar – gente titulada (Nutricionista, Médico, acadêmicos…).

COVID, obesidade, patrulha e o Elefante na sala

A pandemia trouxe tragédias irreparáveis, mas crises trazem também lições. Ainda temos mais dúvidas do que certezas sobre a doença que assola o planeta. Compreendemos pouco sua disseminação… Calor, densidade populacional, altitude… para cada exemplo indicando uma coisa chegam exemplos contradizendo.

Uma das primeiras tarefas dos profissionais de saúde é identificar quais grupos correm mais riscos. Olhar só a data no RG é simples. Tínhamos que ir mais fundo se quiséssemos mais. Aí foram aflorando… diabetes, hipertensão…

Há um padrão muito claro: acima dos 60 anos a pessoa tem chances MUITO maiores de morrer. POR ISSO mesmo, quando um jovem falecia vítima da doença a imprensa destacava: “jovem de 20 tantos anos é vítima de COVID”. E você abria a matéria e estava lá que “Fulano não pertencia ao grupo de riscos, era jovem, ativo e saudável”. E pesava 137kg.

No começo eu achava que era ignorância. Depois me dei conta: era patrulha. Vivemos em tempos nos quais dizer o óbvio é errado. Por ANOS os profissionais de saúde por ignorância criaram o mito do “gordinho saudável”. Peso de 3 dígitos, mas colesterol, um marcador HORRÍVEL, estava em dia. Porém, NADA bate mais forte que a realidade, NADA destrói mais nossas crenças do que os fatos.

A obesidade – goste ou não, admita ou não – cria um estado inflamatório crônico, PERMANENTE. Não há glorificação da obesidade que derrube isso. Peter Pan podia anular a lei da gravidade com pensamento. Mas o gordo/obeso não consegue com pensamento mágico, campanhas de valorização e afirmação vencer as leis biológicas. NÃO EXISTE OBESIDADE SAUDÁVEL.

Mas dizer que alguém é obeso nos tempos atuais virou uma ofensa de ordem moral, ainda que seja uma questão meramente física. E aí se resguardando de críticas, a imprensa propositadamente ignorava que a pessoa mal cabia na foto da reportagem enquanto a legenda dizia que ela era… saudável. Os profissionais de saúde falharam tecnicamente, a imprensa moralmente.

Mas nada supera a realidade.

Como mostra a foto do post, está cada vez mais difícil negar um fato: a obesidade DIMINUI a imunidade, DIMINUI a expectativa de vida de uma pessoa (com ou sem COVID) isso porque o conceito de gordinho saudável é um MITO que DEVE ser derrubado.

O Sal não é um vilão… É um marcador!

Dias atrás postei aqui sobre não termos medo do SAL… Você pode salgar sua comida o quanto quiser, isso porque:

1. Você tem o sabor como medidor dizendo a hora de parar;
2. Porque um organismo saudável sabe lidar muito bem com seu excesso.

E sabemos que um corpo NÃO SABE lidar bem com sua restrição. É mais fácil matar alguém NÃO dando chance de ela ter sal do que salgando sua comida.

Em um dos comentários sobre meu post sobre sal apareceu mais um inteligentizinho querendo dar aula. Querendo que eu desse referências. Eu não dou! Não de graça!

O consumo de sal ao longo da história vem CAINDO e a incidência de hipertensão vem SUBINDO. O que você deduz? Que o sal NÃO pode “per se” causar hipertensão. O que dizem as diretrizes? Exatamente o OPOSTO. É ou não caso de internação?

O sal é um estabilizante para comidas processadas e ultraprocessadas. Ele é um MARCADOR de que o que você come NÃO é Comida de Verdade.

A imagem que vai acima é uma piada retirada do Twitter. Mas um comediante que não sabe diferenciar um abacate de um salame sabe o básico, que comida lixo leva um monte de LIXO e Sal.

E o que dizem médicos e nutricionistas? Que o problema não é comer um CD e uma camiseta, mas comer sal.

Não é pra internar?!?

O que nunca te contaram sobre Hipertensão…

Dizem que devemos consumir sal com moderação. Profissionais correm para dizer que ele é nocivo, pois causaria hipertensão e risco cardíaco e renal. Mas… Será mesmo!? Qual a base disso? Ciência ou Fé?

Como tantas coisas nas diretrizes nutricionais, ainda que devessem existir evidências, elas não existem. A meta foi inventada SEM fundamento. A tese do sal como precursor de hipertensão (crônica) é de 1904 (Ambard & Beauchard) e baseada em SEIS pacientes. Depois deles, ALLEN reforçou o coro com apenas QUATRO estudos entre 1920 e 1922 não replicados. Muito mais grave foi KEMPNER em 1944 que criou a sua “Dieta do Arroz” para tratar hipertensos.

Esse médico alemão foi quem convenceu uma geração de médicos que espalharam a tese. Sua dieta restringia fortemente o sal. Funcionou em parte. O que ele fez? Basicamente duas coisas. A primeira foi NÃO revelar que não deu certo em muita gente. Nada mais humano. A outra foi ignorar que a dieta mexia com inúmeros outros nutrientes, entre eles, a dieta continha altas quantidades de Potássio, um sabido nutriente que influencia positivamente na redução da hipertensão.

Como acreditavam na tese sal-hipertensão, era preciso bater o martelo. Como fizeram isso? Simples. Como precisavam de um número, a qualquer custo, eis então que chancelaram tudo apoiando-se basicamente em um único estudo. O Dietary Approaches to Stop Hypertension (DASH) de 2001 e que durou apenas 30 dias com somente 412 indivíduos. Realmente o DASH observou uma queda da pressão no grupo que reduziu o sal. Porém, ela foi pequena, modesta e em nada descobriu sobre seus efeitos na hipertensão ou nos efeitos crônicos na mortalidade ou no risco cardíaco ao longo prazo. NADA.

É o delírio coletivo mais uma vez aplicado no mundo real na Nutrição. Pois vejamos… Quando dado acesso livre a sal, as pessoas consomem quantidades semelhantes dele, não importa de onde sejam. E nem por isso o mundo é hipertenso. Mais do que isso. 80% das pessoas não são sensíveis ao sal, ou seja, não sofrem aumento momentâneo dela. Mais do que isso. Entre pré-hipertensos 75% também não são sensíveis! Ou seja, consomem sal, não aumentam sua pressão. Ainda mais revelador: 55% dos hipertensos também não o são! Incrível, não? Agora o mais revelador. Veja abaixo como era o consumo de sal nos EUA ao longo da história (*lembrando que hoje a recomendação é algo como 6g/dia). Repare!

1.500: 40g/dia (!)
1.600: primeiro caso de hipertensão!
1.800: ~20g/dia

Não faz sentido, faz? Como comiam 7 VEZES mais da meta atual sem hipertensão? Mais dados… vejamos a incidência da doença na história americana:

1900: 5-10%
1939 (Chicago): 11-13%
1975: 25%
2004: 31%
2014: 33%

Porém, o consumo de sal caiu até ~1.800 e não se alterou muito nos últimos 50 anos! Basicamente Médicos e Nutricionistas estão nos dizendo que a incidência da doença vem subindo ainda que venhamos comendo menos sal do que comíamos quando não sofríamos da doença!

Faz algum sentido pra você? Para mim não.

É verdade que para muitos, comer sal/sódio tem um efeito agudo (imediato, mas nem tanto) no aumento da pressão. Isso porque ao ingerir sal, o corpo retém mais água para compensar o aumento da concentração de sódio no sangue. Por isso que alimentos salgados dão sede, é uma resposta natural, é a homeostase “cuidando” do equilíbrio do corpo. O resultado desta retenção líquida é um aumento da pressão que cairá apenas quando os rins conseguirem eliminar o sal e a água. Ou seja, é uma hipertensão momentânea. Porém, pressão não é necessariamente sempre ruim. Fosse assim, como atividade física também a aumenta, teríamos que sugerir não fazermos exercícios.

Essa fobia por má interpretação das consequências do sal é um equívoco perigoso. Isso porque ao ficarmos focando toda nossa atenção nele como causador de graves problemas como a hipertensão, corremos o enorme risco de deixar passar o verdadeiro “vilão” causador do problema. Mais do que isso, sal (sódio) é essencial à vida. Não sabemos ainda qual o excesso de sal que nos faz mal, mas já sabemos que pouco dele, próximo das metas sugeridas pelos profissionais de Saúde, sim, é bem perigoso.

Se SAL não é vilão, quem pode sê-lo? Há populações que consomem muito pouco sal que praticamente não sofrem de hipertensão. E há ainda populações que comem muito sal e também não sofrem. Há algo em comum entre elas: elas comem pouco açúcar.

Uma das coisas mais agradáveis que tive esse ano orientando 3 pessoas em particular foi que elas eram todas hipertensas, medicadas e ao mudar a dieta deixaram de tomar remédio (liberadas pelos respectivos médicos). Como? Ao reduzir o açúcar, essa redução do seu consumo de açúcar (e de carboidratos) gerou uma perda de água por causa da queda inevitável dos níveis de insulina quando restringimos esses alimentos. Assim, os rins acabam liberando sódio e também água, reduzindo a pressão.

Isso não é uma invenção minha. Você aprende isso na aula 2 de “Fisiologia e Endocrinologia”… de que a insulina faz o rim reabsorver o sódio. Aí voltamos ao começo de tudo. O que as populações que se entupiam de sal em 1.500 até 1.900 tinham em comum? Baixíssimo consumo de açúcar. E qual o nutriente que vem crescendo regularmente em seu consumo década a década desde 1900, tal qual a hipertensão? Bingo – Açúcar!

No non-sense que são as diretrizes, o açúcar até 1980 NÃO tinha limite superior de consumo. Sal, gordura saturada e colesterol todos ainda têm. O limite superior ao açúcar só chegou em 2002: 25% das calorias totais.

Por fim, não só a restrição de sal é inútil do ponto de vista teórico ou prático (a pressão cai pouquíssimo e o que mais assusta: em muitos ela e a FC em repouso sobem como resposta fisiológica à retenção do sal, gerando maior estresse fisiológico pela falta de um nutriente essencial à vida).

Para acabar (prometo!) sugerir consumir menos sal é como sugerir ao diabético anda não medicado que beba menos água. Estúpido, mas há muita gente que sugere o primeiro, mas não concebe recomendar o segundo. Se números ajudam a te convencer, vou te dar de brinde um dado que 99% dos profissionais de saúde desconhecem: a recomendação atual é de cerca de 6g de sal por dia. Nossos rins são capazes de filtrar isso a cada 5 minutos.

Faz sentido pra você?

*não sou médico e jamais orientei alguém a tomar ou largar remédios para pressão alta. Mas se você vem evitando sal e é hipertenso, entendeu o recado… é bem provável que seu foco esteja no pó branco errado… converse com seu médico. 

**Se você gostou do que leu aqui, estou certo de que vai gostar do que vai encontrar de surpreendente no e-book O Nutricionista Clandestino! (você encontra a versão impressa aqui)