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A maior mentira que te contaram sobre emagrecimento na corrida:

É QUE ELA EMAGRECE…

E se alguém te dissesse uma verdade difícil de engolir? A de que a corrida é uma PÉSSIMA ferramenta para emagrecer o praticante.

Por literalmente décadas muitos novos praticantes aderiram à corrida na esperança de que ela fosse uma maneira de queimar o excesso de peso. Em vão.

Não falo isso com orgulho, mas com empatia. Como treinador e alguém que gosta de correr é meio angustiante ver tanta gente abraçar esse esporte porque essa pessoa deseja acima de tudo perder peso.

Falo isso ainda porque a corrida é um esporte extremamente agressivo às articulações e mesmo muito monótono. Então é de certa forma desesperador ver gente se dedicando a algo pelo qual não tira muito prazer, mas insiste na prática talvez ou somente porque correr faria esse praticante emagrecer.

É um raciocínio equivocado achar que correr emagrece somente porque você vê corredores magros e leves. Para usar isso como evidência você precisaria então assumir que jogar basquete ou vôlei te faria mais alto. Você sabe que não faz!

Na verdade, esses esportes (basquete ou vôlei) selecionaram os praticantes mais altos. Assim como o sumô selecionou os fortes e gordos. A corrida por sua vez seleciona pessoas leves.

Ah, mas o gasto energético…

Da mesma maneira que correr te dá mais sede e acabada a sessão você se hidrata, é verdade que correr gasta mais energia, e ela te faz, adivinhe, comer mais!

Evidências não faltam! O maior e mais cuidadoso levantamento nesse assunto envolvendo corrida mostrou que corredores não perdem peso nem mesmo treinando MUITOS quilômetros.

Veja bem, eu teria muito a ganhar caso a corrida fosse um bom emagrecedor, afinal o mundo está obeso e eu sou treinador! Aliás, a falácia de que a corrida te faz emagrecer é um equívoco que tem certamente vida longa, isso porque treinadores ganham ($$) com isso. E o nutricionista tem ainda a quem culpar (dirá que você foi indisciplinado com seus treinos).

Mas é uma verdade inconveniente! A corrida não irá te emagrecer. O que te emagrece é O QUE você come entre um treino e outro.

Por que nutricionistas atacam low-carb e jejum?

Já reparou a quantidade de nutricionistas que se identificam como Fulano.Nutri, Nutri-Beltrana nas redes sociais? Tenho comigo que isso acontece de forma meio incomum. Isso tem um preço.

Na Nutrição (não exclusivo dela!) as crenças acabam moldando a identidade desses profissionais! E se nossa identidade está de forma tão severamente arraigada às crenças e a um grupo em particular (no caso a ortodoxia da Nutrição), qualquer ameaça ao status quo é uma ameaça à própria pessoa! É como se a sobrevivência da teoria do déficit calórico fosse a sobrevivência do Fulano.Nutri… ou que óleos vegetais sendo desbancados, desbancaríamos assim a Nutri-Beltrana.

Esses profissionais não buscam serem melhores (é quando tiramos o erro da frente que melhoramos), mas buscam apenas sobreviver. E defender a qualquer custo essas ideias (ainda que erradas!) é assim uma questão de sobrevivência!

Esses profissionais vivem atacando jejum, low-carb e cetogênica (e carnívora e Paleo, etc) não por razão técnica! Mas porque são exemplos de ameaças cada vez mais acessíveis ao leigo autodidata. Como o Fulano.Nutri tem sua identidade 100% atrelada à Nutrição (mas não a uma melhor nutrição!), é esperado esse anseio em atacar aquilo que ameaça o dogma da Nutrição.

Repare, por exemplo, que mesmo o Veganismo sendo inferior à Carnívora os profissionais não se manifestam. Sabe por quê? Porque o veganismo é a ortodoxia! Se é o status quo, não há porque se rebelar, uma vez que não é uma ameaça à identidade deles!

É a tática do medo! De falar que tudo é perigoso! Quando um professor vem e fala que jejum de 7 dias mata ele está mentindo… é mentiroso, é canalha, é mau caratismo.

Quando o Nutri Nesfit fala que jejum perde massa magra é a mesma coisa! Ele apela ao medo porque ele PRECISA destruir o conceito do jejum (ou low carb)… porque uma vez que o low carb (ou jejum) se sobrepõe à ortodoxia de comer farinha a cada 3 horas a Nutrição enterra antigas diretrizes e o Fulano e a Beltrana se sentirão mortos, pois essa é a identidade deles, não importa se certa ou errada.

“Se apaixone, mas nunca case com uma ideia.” 

O que Mark Wahlberg ensina sobre emagrecimento?

Você conhece o ator Mark Wahlberg? Gosto dele! Tem filme engraçado (Ted), unanimidade (Infiltrados), lixo (Transformers) e até cinebiografia (Invencível).

Ele teve que engordar 9kg pra um novo papel. Em quanto tempo? Apenas 3 semanas!

Sempre falo aos meus clientes: “destruir é mais fácil que construir”.

Por isso também que acho a ideia do Dia do Lixo de uma estupidez sem igual. Quando orientamos as pessoas no Desafio 21 Dias recebi gráficos das pessoas que na 2ª feira voltavam ao peso de 5ª feira anterior porque aliviavam a dieta.

Paula Narvaez já fez bons posts sobre isso… de como aliviar a dieta tem um peso – desculpe o trocadilho – subestimado.

Vocês sabem como o autor de Hollywood fez para engordar? Simples! Comeu várias vezes e fez visitas à padaria. Relato dele!

Engordar NUNCA teve relação causal, ou seja, de causa, com a ingestão calórica! É sobre QUAIS alimentos ingerimos que, por sua vez, sinalizam ao corpo que ele TEM QUE engordar e isso gera fome e POR consequência te faz engordar.

É mais ou menos como engravidar. A Paula (de novo ela) ganhou peso em nas duas gestações. Todos sabemos que não foi a cegonha que causou sua gravidez. A gravidez que fez a Paula ganhar peso! O nutricionista que fala em balanço calórico deve achar que comer muito faz uma mulher ter filhos!!

Meus sobrinhos… tenho 2 (8 e 10 anos)… comem igual dois demônios… e estão crescendo. Nem o mais estúpido dos defensores do balanço calórico acha que eles crescem porque comem demais… SENÃO que comem demais porque estão crescendo!

Wahlberg comeu demais porque comeu alimentos que sinalizavam que ele tinha que engordar! Igual a adolescência, igual a gestante… o superávit calórico é consequência hormonal.

Aí você vai na Nutricionista Nesfit e fala que quer emagrecer. O que ela pede? Que você coma várias vezes, evite gordura, coma grãos e mesmo farinhas.

Wahlberg tem pele em jogo. O salário dele depende do sucesso. A Nutri Cream Cracker não. E olha que engraçado… O ator pra engordar fez a mesma coisa que a nutrição ortodoxa pede que você faça para emagrecer.

O americano teve sucesso. A Nutrição é um retumbante fracasso em suas diretrizes. Quem está certo?

Eu tenho um palpite!

Livro: EM DEFESA DO JEJUM (pré-lançamento!)

E se de repente tudo o que você ouve dizer ou acha que sabe sobre jejum for um grande e enorme equívoco? E se de repente alguém te mostrasse, baseado em evidências sólidas e rigoroso controle, que esta prática milenar tem benefícios quase inimagináveis e nunca trazidos ao grande público de forma clara, didática e objetiva?

O jejum, ou seja, a abstinência voluntária de alimento e alimento, mas não de água, tem sido utilizado e praticado por nossa espécie desde os seus primórdios. Seja por falta de opção (miséria), seja por uma busca voluntária por seus benefícios. Porém, essa ferramenta de saúde é alvo constante de críticas por boa parte dos profissionais da área. 

​Diferentemente de muitos que emitem opiniões técnicas sem embasamento, o leitor verá que nenhum dos assuntos abordados no livro vem da opinião ou apenas “achismo” do autor. Não há uma tentativa de se reinventar a maneira ou a prática do jejum. O livro é apenas um veículo, em língua portuguesa, revisitando esta que é uma das práticas mais antigas e naturais de nossa espécie.

Revisitar esta prática não deixa de ser também um modo de rever nossa relação atual com a abundância constante de alimentos que parece ser uma das causas motores dos males de saúde, entre eles, a obesidade e todas as suas consequências prejudiciais à saúde.

​Será que combater o jejum, como fazem as diretrizes oficiais e os profissionais ortodoxos da saúde, é mesmo a melhor opção? Não estaríamos fazendo algo de muito errado ao abandonar um hábito que durante toda nossa existência mostrou ser fonte e promotora de saúde?

​Você verá na obra, por exemplo, que jejum não é nem nunca foi dieta! Que não há perda de massa magra em sua prática. Que ao contrário do que dizem em tempos de pandemias, ele é um poderoso promotor da imunidade. Assim como, impossível ignorar o tema em um mundo obeso e diabético, uma ferramenta útil no emagrecimento e no controle de inúmeras doenças.

​Leia e descubra por si só! Benefícios bem documentados na história e outros que você nunca imaginou haver. Venha em uma viagem com um material e estudos nunca antes publicados ou trazidos em língua portuguesa. Você vai se surpreender!

Visite o site oficial do livro e veja como adquirir o seu neste pré-lançamento!

A Nutrição e o Desconforto

Por quase 50 anos as diretrizes nutricionais nos dizem o que devemos comer e fazer para sermos magros e saudáveis. E ano a ano a sociedade está cada vez mais gorda e mais doente. Seria nossa culpa? Teríamos todos de forma incrivelmente sincronizada passado a sermos preguiçosos?

NÃO. Quando olhamos os dados populacionais temos que absolutamente TUDO que nos foi pedido pela maioria dos profissionais de saúde foi acatado. Então qual o problema?

Você que lê isso provavelmente briga sem sucesso com a balança. Veja bem, falo isso e acerto sem mesmo te conhecer porque as diretrizes nutricionais são tão equivocadas que atualmente mais da metade da população está acima do peso. Terrível, não?!

Quer uma notícia boa? A culpa NÃO é sua! E nós vamos explicar por que!

Mas veja bem, a solução -acredite! – é MUITO simples.

Mas ela não é nada FÁCIL.

Falo isso porque depois de décadas de total ineficiência naquilo que nos pedem, parte dos profissionais da área está mudando o discurso, num reconhecimento claro de que não sabem o que falam e que o que falaram não funciona: agora assumem o discurso do “pode um pouco de tudo”.

Como pode um pouco de tudo? JUSTAMENTE comer de tudo que nos fez estar obesos e doentes!

Em que área da atividade humana só temos direitos e não deveres? “Não se vive pela vontade, se vive pelo dever.”

A Nutrição tenta agora no convencer que dá para emagrecer vivendo em um buffet infantil. Seria uma exceção em – repito – todos os campos da atividade humana.

Quando revisitamos o que faz alguém engordar (ou emagrecer) há um enorme alento: dá para emagrecer sem fome! Dá para emagrecer comendo MUITO de alimentos que foram por meio século condenados pelas diretrizes que nos fizeram doentes e obesos.

Mas há ainda certo desconforto. Porque temos o direito de comer carne, gordura, por exemplo. Mas há deveres! Deixar de comer alimentos processados e não-naturais à espécie que geram prazer desmedido. E abrir mão de certo prazer.

Concorda?

Sobre dieta, restrições e Vid4 Lok4

Sempre que vejo um nutricionista, acadêmico ou professor dizendo que ”dieta restritiva não funciona” eu automaticamente o encaixo em basicamente 3 categorias (ou uma combinação delas). Nunca falhou! São elas:

O que não entende a lógica mais elementar, o demagogo e o ignorante.

Vejamos “dieta” no dicionário: “regime alimentar prescrito (…) com a privação total ou parcial de alguns alimentos específicos. Privação de alguns alimentos por razões de saúde.”

Então aquele que diz que uma dieta é restritiva ou não conhece um termo técnico (dieta) ou o dicionário. Parafraseando um raciocínio de Nassim Taleb, a gente pode incorporar alguma dieta em nossas vidas (trapaceando às vezes) porque ela “domestica a iatrogenia da abundância”. A dieta, assim, impõe limites à nossa vontade de comer o que der na telha.

O termo “dieta restritiva” se apoia na incapacidade técnica do profissional em questão em não saber argumentar contra a dieta low-carb e cetogênica sem oferecer algo que não tenha aquilo que ele diz que ambas têm: restrição.

Falo low-carb porque é sempre o alvo da afirmação estúpida.

Isso porque o Nutri Nesfit vai falar “sou contra restrição”, mas vai apoiar uma alternativa limitando calorias ou grandes refeições. Sabe qual o sinônimo de “limitar” no mesmo dicionário que ele não abre? Restringir!

Repita comigo: não existe dieta que ofereça saúde ou emagrecimento sem algum tipo de restrição. Não existe.

Você só pode apoiar sua estratégia em cima de proteína, carboidrato, gordura, calorias, origem dos alimentos ou uma combinação disso tudo. Mas NÃO existe dieta sem restrição! Isso porque, repita comigo:

A dieta em nossas vidas, QUALQUER QUE SEJA ELA, domestica a iatrogenia da abundância. A dieta, assim, impõe limites à nossa vontade de comer o que der na telha. Ou seja, ela RESTRINGE e SEMPRE irá restringir algo. A menos que obviamente você queira pesar 140kg ou morrer aos 45 anos.

Conhece algum amigo que acredita que a dieta dele não é restrititva? Ele pesa menos de 150kg? Então marque aí!

A 2a Guerra Mundial e a Nutrição

Poucas coisas fazem o mundo avançar mais do que períodos de guerra, goste vc ou não. Nutrição e guerra andam mais próximos do imaginamos.

Na faculdade NUNCA essa relação me foi citada. Vou trazer umas curiosidades.

EMAGRECIMENTO

O mais espetacular estudo já feito no tema é o Minnesota Experiment Starvation. A obra feita por causa da 2a Guerra reconta um estudo irreplicável por questões éticas. Basta ler pra saber que a ideia do déficit calórico como promotor do emagrecimento não se sustenta que não seja por desejo, preguiça ou ignorância da categoria. Reforço: o estudo mais incrível e totalmente ignorado nas faculdades chega a conclusões que derrubam a tese central da profissão.

CIGARROS

O autor do tal estudo foi Ancel Keys, que virou nome da “ração K”, dada aos combatentes. O que ia nela entre outras coisas? Cigarro. Sim, médicos prescreviam cigarros aos “atletas” mais importantes da geração. Mas você aí ainda acha uma boa ideia seguir diretriz nutricional ortodoxa.

GORDURA MATA?

Pouca gente matou mais do que Keys ao longo da história moderna. Ele é o pai da teoria da gordura saturada (e depois colesterol) como causador de doenças cardíacas. A teoria, sem embasamento sólido, é até hoje o pilar das recomendações nutricionais e médicas pra saúde do coração. E você insiste em seguir diretriz nutricional ortodoxa.

JEJUM

A escassez de alimentos durante a guerra nos reforça a tese de que a alimentação regular (a cada 3 horas) não faz sentido algum. Números históricos do período mostraram que foi na AUSÊNCIA de refeições que a saúde britânica melhorou.

GLÚTEN

O cartaz real desse post pede aos britânicos pra não comer pão, deixar aos soldados. Na Holanda foi mais duro. Sem pães eles deixaram de consumir glúten. Médicos notaram a melhora da saúde das crianças celíacas que deixavam de morrer. Resolvia-se assim um mistério de séculos! Mas não falta quem ainda ache que restringir glúten seja ruim.

LEGADO ALEMÃO

Com o fim da Guerra “pegava mal” ser adepto da “ciência alemã”. Tudo de lá era pra ser enterrado. Bom ou ruim! Eles tinham o conceito da obesidade como algo biológico, não matemático. Mas em seu lugar, nos anos 50 ganhou força um trabalho falho que ia na direção oposta.

Super alimentos!

Bate um pouco de preguiça de responder algumas perguntas recorrentes no meu instagram como: iogurte é mesmo tudo isso? E o grão de bico? O que você acha do Kefir? Queijo é bom? E a quinoa??

Perguntaram sobre se correr faz o “leite (da mãe amamentando) secar”. No privado ela disse que amigas pararam de correr porque o médico, que nunca entende de esporte, pediu.

Eu disse: não é preciso muito pra convencer alguém a parar de treinar.

Agora tente convencer a mãe a parar de comer pudim. É mais fácil fazer parar de correr do que de fumar e beber por 9 meses.

Uma nutricionista X postou que nutrição não é sobre exclusão, é sobre inclusão. Não nos ensinam via negativa na faculdade. Tirar o estressor é sempre mais efetivo num tratamento. Por isso ela fala essa bobagem.

Quer 3 super alimentos?

AÇÚCAR, ÓLEOS VEGETAIS e FARINHAS.

São 3 super alimentos negativos. Ou seja, retire os 3 da sua dieta (via negativa) e você verá a mágica acontecer.

Mas como ninguém quer correr, só quer comer pudim, vão seguir na ilusão buscando um Santo Graal e vão seguir perguntando… “E o iogurte? O queijo, o grão de bico, o kefir, a quinoa…”

P.s.: repare que nas imagens não há carne e ovos, 2 dos alimentos mais ricos que existem. Motivo: Nutrição não é ciência, é sentimento, é doutrinação.

Obesidade e Aposentadoria no esporte – parte 5

O homem da foto é Orlando Franklin. Ele é um ex-jogador profissional da NFL, a poderosa franquia americana de Futebol Americano. Ao se aposentar Franklin decidiu emagrecer.

As diretrizes da Nutrição dizem que, apesar de nossa Biologia, o nosso peso é resultado de uma equação matemática, consequência do (des)balanço entre calorias ingeridas e gastas.

Uma das duas orientações principais é reduzir o consumo calórico. Basicamente passar fome, ou comer alimentos com gosto de serragem. Isso porque há 2 elementos que dão sabor ao ser humano: carboidrato e gordura.

A ortodoxia pede que você corte a gordura (dieta low-fat) e passe a tirar sabor do carboidrato, justamente o nutriente que estimula a produção do nosso hormônio engordativo (insulina).

Por um delírio coletivo, os profissionais da ortodoxia acham ser possível ter dietas insípidas (a menos que venham com elementos artificiais) e carregadas do elemento engordativo (+carboidrato -> +insulina -> +gordura corporal). *aqui um adendo, o nutriente mais rico, a proteína, é temida pela ortodoxia.

A outra ponta da diretriz pede maior gasto energético. Mas como gastar mais calorias que os atletas mais bem pagos do mundo segundo a Forbes??

Franklin, que não é da área, mas possui “pele em jogo”, escolheu outra saída. Sabe qual?

O ex-jogador adotou a Dieta Paleo.

Vou confessar uma coisa: a primeira vez que ouvi falar da dieta eu a rechacei com força. Como a dieta “do homem das cavernas” pode ser melhor que a dos doutores que me deram aula??

Enquanto meus professores negam a realidade, a Dieta Paleo replica a dieta que serviu MUITO BEM à espécie por centenas de milhares de anos. Com ela – atenção! – é MUITO difícil engordar porque ela NÃO estimula nosso hormônio mais engordativo!

Em um ambiente BIOLOGICAMENTE NÃO engordativo, o corpo de Franklin foi voltando ao equilíbrio, saiu do ESTADO METABÓLICO (=síndrome) de obesidade e derreteu 38kg.

Como disse, eu tinha MUITO preconceito com o conceito Paleo, mas ele tem algo que a Nutrição não tem: um histórico de SEGURANÇA e de ENORME sucesso evitando a obesidade.

WORKSHOP Jejum, Saúde & Atividade Física!

É com enorme alegria que chegamos pra lançar nossa turma 3 do Workshop JEJUM, SAÚDE & ATIVIDADE FÍSICA!
Uma semana inteira falando o que você nunca ouviu sobre o tema!
Duvida? Participe! Encontrará coisas que nunca te disseram! 

Você sairá mais afiado do que a maioria dos profissionais da área!

QUANDO? De 14 a 18 de dezembro.