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Sobre dieta, restrições e Vid4 Lok4

Sempre que vejo um nutricionista, acadêmico ou professor dizendo que ”dieta restritiva não funciona” eu automaticamente o encaixo em basicamente 3 categorias (ou uma combinação delas). Nunca falhou! São elas:

O que não entende a lógica mais elementar, o demagogo e o ignorante.

Vejamos “dieta” no dicionário: “regime alimentar prescrito (…) com a privação total ou parcial de alguns alimentos específicos. Privação de alguns alimentos por razões de saúde.”

Então aquele que diz que uma dieta é restritiva ou não conhece um termo técnico (dieta) ou o dicionário. Parafraseando um raciocínio de Nassim Taleb, a gente pode incorporar alguma dieta em nossas vidas (trapaceando às vezes) porque ela “domestica a iatrogenia da abundância”. A dieta, assim, impõe limites à nossa vontade de comer o que der na telha.

O termo “dieta restritiva” se apoia na incapacidade técnica do profissional em questão em não saber argumentar contra a dieta low-carb e cetogênica sem oferecer algo que não tenha aquilo que ele diz que ambas têm: restrição.

Falo low-carb porque é sempre o alvo da afirmação estúpida.

Isso porque o Nutri Nesfit vai falar “sou contra restrição”, mas vai apoiar uma alternativa limitando calorias ou grandes refeições. Sabe qual o sinônimo de “limitar” no mesmo dicionário que ele não abre? Restringir!

Repita comigo: não existe dieta que ofereça saúde ou emagrecimento sem algum tipo de restrição. Não existe.

Você só pode apoiar sua estratégia em cima de proteína, carboidrato, gordura, calorias, origem dos alimentos ou uma combinação disso tudo. Mas NÃO existe dieta sem restrição! Isso porque, repita comigo:

A dieta em nossas vidas, QUALQUER QUE SEJA ELA, domestica a iatrogenia da abundância. A dieta, assim, impõe limites à nossa vontade de comer o que der na telha. Ou seja, ela RESTRINGE e SEMPRE irá restringir algo. A menos que obviamente você queira pesar 140kg ou morrer aos 45 anos.

Conhece algum amigo que acredita que a dieta dele não é restrititva? Ele pesa menos de 150kg? Então marque aí!

A 2a Guerra Mundial e a Nutrição

Poucas coisas fazem o mundo avançar mais do que períodos de guerra, goste vc ou não. Nutrição e guerra andam mais próximos do imaginamos.

Na faculdade NUNCA essa relação me foi citada. Vou trazer umas curiosidades.

EMAGRECIMENTO

O mais espetacular estudo já feito no tema é o Minnesota Experiment Starvation. A obra feita por causa da 2a Guerra reconta um estudo irreplicável por questões éticas. Basta ler pra saber que a ideia do déficit calórico como promotor do emagrecimento não se sustenta que não seja por desejo, preguiça ou ignorância da categoria. Reforço: o estudo mais incrível e totalmente ignorado nas faculdades chega a conclusões que derrubam a tese central da profissão.

CIGARROS

O autor do tal estudo foi Ancel Keys, que virou nome da “ração K”, dada aos combatentes. O que ia nela entre outras coisas? Cigarro. Sim, médicos prescreviam cigarros aos “atletas” mais importantes da geração. Mas você aí ainda acha uma boa ideia seguir diretriz nutricional ortodoxa.

GORDURA MATA?

Pouca gente matou mais do que Keys ao longo da história moderna. Ele é o pai da teoria da gordura saturada (e depois colesterol) como causador de doenças cardíacas. A teoria, sem embasamento sólido, é até hoje o pilar das recomendações nutricionais e médicas pra saúde do coração. E você insiste em seguir diretriz nutricional ortodoxa.

JEJUM

A escassez de alimentos durante a guerra nos reforça a tese de que a alimentação regular (a cada 3 horas) não faz sentido algum. Números históricos do período mostraram que foi na AUSÊNCIA de refeições que a saúde britânica melhorou.

GLÚTEN

O cartaz real desse post pede aos britânicos pra não comer pão, deixar aos soldados. Na Holanda foi mais duro. Sem pães eles deixaram de consumir glúten. Médicos notaram a melhora da saúde das crianças celíacas que deixavam de morrer. Resolvia-se assim um mistério de séculos! Mas não falta quem ainda ache que restringir glúten seja ruim.

LEGADO ALEMÃO

Com o fim da Guerra “pegava mal” ser adepto da “ciência alemã”. Tudo de lá era pra ser enterrado. Bom ou ruim! Eles tinham o conceito da obesidade como algo biológico, não matemático. Mas em seu lugar, nos anos 50 ganhou força um trabalho falho que ia na direção oposta.

Super alimentos!

Bate um pouco de preguiça de responder algumas perguntas recorrentes no meu instagram como: iogurte é mesmo tudo isso? E o grão de bico? O que você acha do Kefir? Queijo é bom? E a quinoa??

Perguntaram sobre se correr faz o “leite (da mãe amamentando) secar”. No privado ela disse que amigas pararam de correr porque o médico, que nunca entende de esporte, pediu.

Eu disse: não é preciso muito pra convencer alguém a parar de treinar.

Agora tente convencer a mãe a parar de comer pudim. É mais fácil fazer parar de correr do que de fumar e beber por 9 meses.

Uma nutricionista X postou que nutrição não é sobre exclusão, é sobre inclusão. Não nos ensinam via negativa na faculdade. Tirar o estressor é sempre mais efetivo num tratamento. Por isso ela fala essa bobagem.

Quer 3 super alimentos?

AÇÚCAR, ÓLEOS VEGETAIS e FARINHAS.

São 3 super alimentos negativos. Ou seja, retire os 3 da sua dieta (via negativa) e você verá a mágica acontecer.

Mas como ninguém quer correr, só quer comer pudim, vão seguir na ilusão buscando um Santo Graal e vão seguir perguntando… “E o iogurte? O queijo, o grão de bico, o kefir, a quinoa…”

P.s.: repare que nas imagens não há carne e ovos, 2 dos alimentos mais ricos que existem. Motivo: Nutrição não é ciência, é sentimento, é doutrinação.

Obesidade e Aposentadoria no esporte – parte 5

O homem da foto é Orlando Franklin. Ele é um ex-jogador profissional da NFL, a poderosa franquia americana de Futebol Americano. Ao se aposentar Franklin decidiu emagrecer.

As diretrizes da Nutrição dizem que, apesar de nossa Biologia, o nosso peso é resultado de uma equação matemática, consequência do (des)balanço entre calorias ingeridas e gastas.

Uma das duas orientações principais é reduzir o consumo calórico. Basicamente passar fome, ou comer alimentos com gosto de serragem. Isso porque há 2 elementos que dão sabor ao ser humano: carboidrato e gordura.

A ortodoxia pede que você corte a gordura (dieta low-fat) e passe a tirar sabor do carboidrato, justamente o nutriente que estimula a produção do nosso hormônio engordativo (insulina).

Por um delírio coletivo, os profissionais da ortodoxia acham ser possível ter dietas insípidas (a menos que venham com elementos artificiais) e carregadas do elemento engordativo (+carboidrato -> +insulina -> +gordura corporal). *aqui um adendo, o nutriente mais rico, a proteína, é temida pela ortodoxia.

A outra ponta da diretriz pede maior gasto energético. Mas como gastar mais calorias que os atletas mais bem pagos do mundo segundo a Forbes??

Franklin, que não é da área, mas possui “pele em jogo”, escolheu outra saída. Sabe qual?

O ex-jogador adotou a Dieta Paleo.

Vou confessar uma coisa: a primeira vez que ouvi falar da dieta eu a rechacei com força. Como a dieta “do homem das cavernas” pode ser melhor que a dos doutores que me deram aula??

Enquanto meus professores negam a realidade, a Dieta Paleo replica a dieta que serviu MUITO BEM à espécie por centenas de milhares de anos. Com ela – atenção! – é MUITO difícil engordar porque ela NÃO estimula nosso hormônio mais engordativo!

Em um ambiente BIOLOGICAMENTE NÃO engordativo, o corpo de Franklin foi voltando ao equilíbrio, saiu do ESTADO METABÓLICO (=síndrome) de obesidade e derreteu 38kg.

Como disse, eu tinha MUITO preconceito com o conceito Paleo, mas ele tem algo que a Nutrição não tem: um histórico de SEGURANÇA e de ENORME sucesso evitando a obesidade.

WORKSHOP Jejum, Saúde & Atividade Física!

É com enorme alegria que chegamos pra lançar nossa turma 3 do Workshop JEJUM, SAÚDE & ATIVIDADE FÍSICA!
Uma semana inteira falando o que você nunca ouviu sobre o tema!
Duvida? Participe! Encontrará coisas que nunca te disseram! 

Você sairá mais afiado do que a maioria dos profissionais da área!

QUANDO? De 14 a 18 de dezembro.

Vid4 L0k4, consistência e o vegano que come carne

Fiquei feliz com os resultados do #Desafio21Dias3Dietas. Eu não prometo nada, mas tinha CERTEZA que emagreceriam. Eu e o Léo Moratta aprendemos mais do que esperávamos.

Por exemplo, deixar a Low-carb pro fim nos parecia óbvio, mas expôs MUITA gente a um vício que não controlam nem sabiam possuir. De óbvio passou a equívoco e de erro passou a ser uma lição, pois nada ensina melhor que a experiência. As pessoas puderam SENTIR como alguns alimentos VICIAM e POR ISSO devem ser evitados, não consumidos de forma “moderada”.

Outra lição é sobre a tola ideia do Dia do Lixo. Quem defende isso parece nunca ter lidado com o mundo real. Os resultados espantam! Recebi alguns dados de pessoas que se pesaram metodicamente. As pessoas voltavam 2a feira bem ACIMA do peso e nunca se dão conta!

É até curioso porque a pessoa te fala que fez a Carnívora “direitinho” e “só bebeu cerveja e um pouco de sorvete”. É mais ou menos como eu dizer que sou Vegano e “só” como 800g de costela todo jantar. 96% do tempo vegano! Ou a pessoa que come pão de queijo DIARIAMENTE e me diz que fez Paleo.

Veja bem, não dou a MÍNIMA pro que as pessoas (vocês) comem. Eu não me preocupo nem pro que quem me paga come! Imagina quem não me paga!? Se vocês tomam cerveja na Carnívora? Estou nem aí! Me pagando ou não!

Eu me preocupo SIM é QUANDO a pessoa está fazendo o que eu peço porque DAÍ EU tenho responsabilidade no resultado.

Só que eu SEI o que faço. E sei que é MUITO sem erro!

Mas às pessoas faltam CONSISTÊNCIA e ENTENDIMENTO da importância dela. Veja os gráficos. Em um com dados reais eu SEM olhar os dias EU localizei o final de semana. E depois fiz uma hipotética dupla com Vid4 L0k4 no final de semana e outro que no final de semana tinha um PEQUENO grau de liberdade (um vinho a mais na Carnívora, um Tubérculo na Paleo, uma indulgência na Low-carb).

Veja… veja o que acontece!

JAMAIS ouça o que o governo tem a dizer sobre Nutrição!

É um grave equívoco o governo se meter dando recomendações nutricionais. Primeiro porque ele não entende NADA do assunto. E segundo porque quando errar, não irá admitir que esteve sempre errado, então é um caminho sem volta.

Outro equívoco é conceitual. Dieta boa se faz não ao comer coisas boas, mas ao NÃO comer coisas “ruins”. Você não pede ao fumante para fazer mais exercícios ou comer legumes, você pede que ele NÃO fume (ou fume menos). Ao não comer ruim, sobra o bom. Diferença simples, mas CRUCIAL.

O governo não só pede mais do “bom”, como ERRA ao defini-lo. A população, olhando-se os dados disponíveis, fez o que lhe foi pedido. Menos carne vermelha, mais laticínios desnatados, mais grãos e mais frutas. O que aconteceu? Engordou como nunca e por isso adoeceu.

E o que nos pedem? Menos carnes! Faz sentido? NÃO.

Ao se pedir menos carnes ignoramos que a dieta americana padrão já é PELO MENOS 75% vegana! 99% das calorias de junk food são veganas!

Não é ruim comer vegetais! O problema NUNCA FOI comer abobrinha ou tomate, mas comer:

1. Alimentos processados e refinados: FARINHAS e AÇÚCAR;

2. Alimentos NÃO-naturais à espécie: GRÃOS e INDUSTRIALIZADOS;

3. Gorduras de adição: ÓLEOS VEGETAIS e MESMO os mais naturais (manteiga, azeite, banha…)

E ao NÃO comer calorias de alimentos “ruins” ou NÃO-naturais, nos sobra alimentos “bons” (ODEIO usar o termo “bom” porque induz o leigo a achar que comer mais pimentão compensa o milk-shake, o ideal seria dizer alimentos “naturais”).

As diretrizes atuais são um enorme equívoco porque pedem MAIS alimentos processados (óleos vegetais e laticínios desnatados), NÃO-naturais (grãos) e MENOS de alimentos nutricionalmente MUITO ricos (carnes).

Por fim, quando se quer ou precisa perder peso (gordura), colocar manteiga no café é estúpido! “Derramar” azeite na salada também! Ambos são REFINADOS. Uma pessoa para emagrecer precisa ser low-carb porque ela já é HIGH fat.

Como chegamos até aqui??

Nos últimos dias escrevi 10 dicas de alimentação. As pessoas sempre me perguntam como chegamos onde chegamos no assunto nutrição… como deixamos que as diretrizes tenham sido desenhadas de forma a ADOECER e a ENGORDAR a sociedade. Muita gente (não são poucas) acreditam e fazem teorias da conspiração. Eu não acredito! De verdade!

Um livro reconta muito bem o nó legal e tributário em que estamos. Em “Sal, açúcar, gordura” (Salt Sugar Fat) o vencedor do Pulitzer Michael Moss revela como podemos ser pessimista quanto ao futuro. Quem conhece a história por trás da teoria de que a gordura saturada faria mal se dá conta que Ancel Keys (um homem inteligentíssimo) fez o que qualquer acadêmico faria: distorceu o que tinha em mãos pra se provar certo.

Como TODA a categoria caiu na mentira, hoje não podem voltar atrás e admitir o equívoco. Eles não têm saída! Se admitirem que estavam SEMPRE errados, perdem crédito ($).

Eu não acredito em complô e lobbying da indústria alimentar e farmacêutica. Elas não precisam disso! Nutricionistas, Médicos e acadêmicos (professores principalmente) fazem isso de graça por elas. Minhas duas avós morreram analfabetas praticamente. Elas comiam banha. Meus professores? ELES quem me fizeram por anos consumir canola.

Eu NUNCA tive um treinador (todos eles formados e ex-atletas) que pedisse pré-treino ou lanche pós-treino. Foram meus professores (que nunca correram) que dizem que é preciso. Minhas avós sem irem à escola sabem mais sobre alimentação que 98% de meus professores. Elas nunca usariam redes sociais para defender um alimento industrializado, como os óleos vegetais industrializados. Quem faz isso é em sua maioria – sempre bom reforçar – gente titulada (Nutricionista, Médico, acadêmicos…).

Na Saúde… Bem… É melhor você ler. (dica #10)

Ao longo dos últimos 9 dias vim listando aqui dicas e conceitos do que seria uma dieta pensando em saúde e emagrecimento. Costumo dizer que comer bem e de forma saudável é MUITO simples, o que é diferente de ser fácil. Afinal, SEMPRE haverá em uma dieta restrições de alguma ordem. Até por isso mesmo é uma enorme tolice o profissional se declarar contra dietas restritivas. Não existe dieta anárquica!

Quem já leu um pouco que seja do que nos pedem nas diretrizes nutricionais vigentes, talvez com a exceção da dica 9 (que não costuma ser bem abordada), deve ter reparado que todas elas vão de certa forma na contramão do que recomendam as associações de saúde que vivem ($$$) às custas de doentes.

As pessoas mais próximas se espantam e vocês provavelmente se espantariam se soubessem quantos médicos tenho como clientes ou ainda quantos nutricionistas tenho na mais alta conta. A ideia de que não gosto desses profissionais é enorme tolice.

Eu costumo dizer que os nutricionistas têm uma boa-vontade tão grande, mas tão grande que farão tudo o que aprenderam em prol de um cliente. Até mesmo aplicar as barbeiragens até hoje ensinadas nas universidades.

Lembre-se SEMPRE: a realidade é soberana, ela não liga pras suas INTENÇÕES. O que isso quer dizer? Que por mais que você queira apagar um incêndio, se tentar fazer isso com álcool, não importa o tamanho de sua boa-vontade, o resultado será pior!

Visto assim, sabendo que as diretrizes são um retumbante fracasso, já que NÃO se sustentam em evidências minimamente controladas, mas em INTENÇÕES, ao procurar um nutricionista o que a chance nos revela? Que a boa-vontade deles é tão grande que aplicarão o que aprenderam. O resultado? Sua saúde será piorada.

São conceitos de risco. Em situação de doença, ao não termos o que perder, a chance de se deparar com um bom profissional, ou seja, aquele que NÃO aplica o que aprendeu, você (sua saúde) tem muito a ganhar.

Porém, em situação de saúde não. Sendo assim, SIM, ir ao Nutricionista na saúde não faz sentido aos olhos do risco. Por isso, a dica 10 é: na Saúde não vá ao Nutricionista.

Sono, Sol & Estresse. (dica #9)

Por décadas a Nutrição vem enfatizando duas coisas no emagrecimento (manutenção do peso): calorias e balanço calórico. Ela trata assim de forma matemática uma questão biológica. Não faz sentido. Não é aritmética, é fisiologia.

Toda espécie tem padrões comportamentais além da dieta. O ser humano, é diurno (dica 8), ou seja, dormimos de noite. Ao não mais dormirmos pela noite (seja por trabalho, estudo, por Netflix ou por baladas, por exemplo) nós criamos um distúrbio em nosso padrão de sono. E isso não só gera fome como menor força de vontade para resistir a alimentos menos saudáveis.

Não é somente o sono que faz isso. O estresse também. Por muito tempo nos diziam que as pessoas que trabalhavam demais engordavam porque geralmente eram trabalhos não braçais, não se movimentavam. Ignorava-se assim que o estresse entre tantas coisas mantém elevado os níveis de cortisol (não à toa chamado de hormônio do estresse).

E a elevação constante desse hormônio gera… engorda! AINDA que o executivo contrate um personal trainer porque isso não muda a RAZÃO do problema. Não adianta queimar mais calorias porque não é uma questão matemática, é biológica.

Não e à toa que a Pecuária que engorda seus rebanhos com enorme competência e eficiência mexe no padrão dos animais (diminuindo seu padrão de sono com luzes) e os mantêm estressados. (Além de oferecer os mesmos grãos e várias refeições ao dia que a Nutrição diz nos emagrecer).

Tem mais uma coisa que fazem. Animais confinados não são expostos ao sol.

Como animais diurnos, nós PRECISAMOS nos expor ao sol. É surpreendente como conseguiram nos convencer que sal (essencial à vida) faz mal, que jejum faz mal, que carne (o alimento nutricionalmente mais rico que existe) faz mal e que a exposição ao sol, ESSENCIAL à saúde, seja perigoso.

A não exposição ao sol piora nossa saúde! Dormir mal, dormir fora de hora e dormir pouco piora nossa saúde e nos engorda! O estresse nos engorda!

DICA #9: Emagrecer envolve cuidar do comer e do não comer (jejum); mas envolve também gerenciar o estresse e o padrão de sono.