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O que está impedindo que você emagreça?

De PACIÊNCIA porque as coisas acontecem no tempo da natureza, não no tempo que nós decidimos.

Falei recentemente de como emagrecimento com dieta é uma questão de consistência, de disciplina e de paciência.

Uma metáfora popular diz que 9 mulheres são incapazes de dar à luz a uma criança em um mês. Por isso mesmo as previsões feitas nessa área são toscas porque a premissa é o desejo e o pensamento mágico de quem a calcula, não a realidade.

É ainda uma questão de DISCIPLINA porque, já falei algumas vezes aqui, emagrecer é muito mais uma questão do que NÃO comer do que aquilo que devemos comer. Se limão, cúrcuma e aveia emagrecessem, era só misturar e bater junto do milk-shake. Sabemos que não funciona!

Isso porque nós não sabemos exatamente como e o que emagrece o ser humano. Sabemos aquilo que o engorda! E sinto lhe dizer, mas a aveia é um desses alimentos.

Quando a pessoa quer emagrecer ela deve retirar do dia a dia boa parte desses alimentos. Só que muitos deles (como o amido, as farinhas, os açúcares disfarçados) são componentes e ingredientes chaves e centrais de produtos desenhados para criar um consumo desenfreado e de padrão viciante em nós humanos.

Ou seja, haja disciplina para abrir mão de coisas que geram um enorme prazer, acima do norma!

E por fim, de CONSISTÊNCIA. Porcamente resumido, podemos dizer que estamos quase sempre em 2 estados: o de engorda e o de emagrecimento. Quem quer perder peso precisa mais tempo passar em um deles. Quando a coisa é desregrada, inconsistente a pessoa fica indo e voltando.

Todos sabemos que destruir é muito fácil do que construir. A pessoa que insiste que dá pra ser “vida-louca” no final de semana que começa já no almoço relaxado de 6ª feira, é como aquela pessoa que quer remar rio acima e acha que ficar sem remar significa não avançar.

NÃO! Estar parado na verdade significa a correnteza te levando rio abaixo! Ninguém disse que emagrecer seria fácil! É um processo árduo que exige disciplina, consistência e paciência.

Por que nutricionistas passam dietas que não funcionam?

Não é má fé.

Não é teoria da conspiração.

Não é um conluio com a indústria alimentar.

Nem um acordo com a indústria farmacêutica.

Você tem enorme chance de engordar e adoecer se seguir o que pedem nutricionistas porque eles pedirão que você faça o que aprenderam na faculdade.

A Nutrição é regida por um conjunto de diretrizes que não encontra suporte em evidências robustas no que diz respeito a emagrecimento, saúde e saúde do coração.

Praticamente a totalidade delas foi criada em teorias não devidamente testadas.

E a realidade não liga para nossos desejos ou teorias, ela funciona de um jeito independente deles.

Perdemos peso não se querermos, mas se nossa dieta tem alimentos que gerem essa informação de emagrecimento ao nosso organismo.

Um exemplo simples é comer um alimento engordativo, rico em amido, por exemplo, usado com sucesso na engorda e achar que irá emagrecer porque assim está nos planos do seu nutricionista.

Enquanto o profissional apenas repetir as diretrizes não testadas e que se mudaram ineficazes, o seu resultado será frustrante.

Você já passou por isso de fazer tudo o que foi pedido e não viu resultados. Pode falar!

Dica Ruim #5

FAÇA EXERCÍCIO E BEBA 2L DE LÍQUIDOS POR DIA”

No começo dessa série eu disse que das 8 dicas britânicas para se manter um peso bom, eu não fazia 6 delas. Se o Reino Unido é o país mais obeso da Europa, acho que estou certo em ir na contramão deles!

Junto neste post duas das dicas. A primeira é a que estabelece o exercício como ferramenta emagrecedora (“se movimente“). Porem, as evidências são bem robustas: o exercício é uma ferramenta MUITO ineficiente no emagrecimento.

Veja bem, o exercício é maravilhoso à saúde! É difícil sequer conseguir listar todos os seus benefícios à saúde. Mas emagrecimento não é uma de suas vantagens. Exercício, ao contrário o que o leigo pensa, gasta pouca energia. E ele gera fome.

Não há nenhum problema se uma entidade do estado recomenda que se faça exercício, mas quando você pede que alguém faça algo desconfortável e que não gere efeitos, a consequência dessa ação gera enorme frustração. O efeito pode ser péssimo, o afastamento da pessoa que começou a se movimentar. Pior ainda, o problema permanece porque em vez de usarmos o remédio errado, usamos um que é inócuo!

Na segunda recomendação os britânicos metem os pés pelas mãos. Primeiro eles estabelecem uma medida determinada décadas atrás por pura aproximação. A segunda é que para atingir esse valor arbitrário (2 litros por dia) eles sugerem água, mas também suco e mesmo refrigerante zero.

Não tem cabimento! Por que você pediria a alguém acima do peso de beber suco e refrigerante diet sem sede? É contraproducente!

A Grã Bretanha ser hoje o país mais obeso do continente parece não ser apenas acaso, mas um projeto. Pra terminar deixo duas recomendações de saúde e emagrecimento:

Faça exercício! Ele é maravilhoso, mas eles cuidam dos músculos. Para reduzir a gordura corporal, foque na alimentação.

E beba água! Conforme a sede! Não se estresse tentando atingir uma cota diária. Simplesmente tenha água por perto e evite toda bebida que tenha calorias e/ou adoçantes.

Dica Ruim #4

“COMA MENOS SAL, MENOS DE 6g POR DIA”

Começo com duas frases:

  1. Não tenha medo do sal! Consumir o que pedem as diretrizes fará sua saúde PIORAR, acredite;
  2. Não culpe o SAL pelo que o AÇÚCAR fez!

Duvida? Então veja abaixo como era o consumo de sal nos EUA ao longo dos tempos (*lembre-se da recomendação atual: 6g/dia). Repare!

1500: 40g/dia
1600: primeiro caso de hipertensão!
1800: ~20g/dia

Como comiam 7 VEZES mais da meta atual sem hipertensão?

Vejamos mais dados, dessa vez da incidência da hipertensão na história americana:

1900: 5-10%
1939 (Chicago): 11-13%
1975: 25%
2004: 31%
2014: 33%

Porém, o consumo de sal caiu até por volta de 1800 e não se alterou muito nos últimos 50 anos. Basicamente médicos e nutricionistas estão nos dizendo que a incidência da doença vem subindo AINDA QUE venhamos comendo menos sal do que comíamos quando NÃO sofríamos da doença.

Lembrando que a diretriz de consumo de sal para evitar hipertensão é baseada em um estudo de TRINTA dias.

Não é à toa a foto com uma vaca lambendo sal. Qualquer pecuarista unha de terra sem diploma é mais competente que o corpo docente de qualquer faculdade de Nutrição.

Eles são eficientes naquilo que propõe (engordar um rebanho)! O sal é tão essencial à vida que é mais fácil matar alguém SEM sal do que por excesso. Animais como elefantes, cachorros, carneiros e mesmo borboletas fazem de tudo para conseguir esse elemento.

Tribos africanas trocavam mel por sal, tão essencial ele é. Isso porque nosso corpo lida MUITO bem com o excesso dele, mas muito mal com a falta. Por isso que é mais fácil matar alguém pela falta. Por isso salário deriva da palavra sal.

Por fim, os pecuaristas colocam sal porque o gado que se alimenta várias vezes ao dia de grãos para engordar (enxerga semelhança com a dieta tradicional??) precisa de mais sal que o gado solto.

O consumo de carboidrato AUMENTA a NECESSIDADE por sal. Então a diretriz primeiro pede pra você comer como um rebanho de engorda, você obviamente engoda e adoece, como todo pecuarista sabe.

E aí o especialista diz que a culpa é do sal.
Dá pra entender?

Esqueça a dica britânica! Não tenha medo do sal! Não o culpe pelo que o açúcar fez!

Dica Ruim #2

A segunda das 8 dicas britânicas para manter a saúde é: “Coma muitas frutas e vegetais”.

Novamente a minha orientação passa bem longe disso.

A justificativa dos ingleses é que você precisa de 5 porções diárias de frutas e vegetais. De onde viria essa informação?

Quem me conhece há mais tempo sabe que uso um trocadilho com uma frase que não é de minha autoria: “Nutrição não é Ciência, é um sentimento.”

A recomendação de 5 porções por dia é baseada em evidências ou ciência? Não. Nada. É um número que foi inventado sem qualquer base. Tanto é que varia. EUA pedem 9. Austrália? 7. Dinamarca 6. Irlanda 4 ou mais. Suíços, belgas e austríacos 5.

Ou seja, cada país chuta um número qualquer. Mas querem saber qual a âncora, a base de saída dessa diretriz? Em 1991 um evento de combate ao câncer nos EUA juntou forças com uma entidade. Quais eram os patrocinados da entidade? Produtores de frutas e sucos.

Interessante, não? Seria mais ou menos como pedir à Nestlé determinar qual a recomendação diária de seus produtos em nossa dieta. É pedir para as raposas cuidarem do galinheiro.

Como a Nutrição não tem qualquer cuidado com suas diretrizes, você passa anos na faculdade aprendendo a entupir as pessoas de frutas. Acontece que esse alimento é o doce da natureza. Pobre em nutrientes, rico em açúcar, pobre em fibras. Na natureza ele é um sinalizador de engorda nos animais. Por que seria diferente nos humanos?

Para piorar, o Reino Unido diz à sua população que na impossibilidade de comer frutas, serve beber suco. Você consegue imaginar alguém acreditando que refrigerante emagrece ou te mantém saudável? Por que suco faria isso?

É basicamente fé, é basicamente pensamento mágico e sentimento.

Nos meus atendimentos a minha recomendação passa bem longe da dos britânicos. Seria mais ou menos assim:

Coma muita proteína. E trate a fruta como uma sobremesa, ou seja, não são diárias nem em todas as refeições”.

Não esqueça se mandar o texto ao seu amigo que acha que está abafando tomando suco…

A maior mentira que te contaram sobre emagrecimento na corrida:

É QUE ELA EMAGRECE…

E se alguém te dissesse uma verdade difícil de engolir? A de que a corrida é uma PÉSSIMA ferramenta para emagrecer o praticante.

Por literalmente décadas muitos novos praticantes aderiram à corrida na esperança de que ela fosse uma maneira de queimar o excesso de peso. Em vão.

Não falo isso com orgulho, mas com empatia. Como treinador e alguém que gosta de correr é meio angustiante ver tanta gente abraçar esse esporte porque essa pessoa deseja acima de tudo perder peso.

Falo isso ainda porque a corrida é um esporte extremamente agressivo às articulações e mesmo muito monótono. Então é de certa forma desesperador ver gente se dedicando a algo pelo qual não tira muito prazer, mas insiste na prática talvez ou somente porque correr faria esse praticante emagrecer.

É um raciocínio equivocado achar que correr emagrece somente porque você vê corredores magros e leves. Para usar isso como evidência você precisaria então assumir que jogar basquete ou vôlei te faria mais alto. Você sabe que não faz!

Na verdade, esses esportes (basquete ou vôlei) selecionaram os praticantes mais altos. Assim como o sumô selecionou os fortes e gordos. A corrida por sua vez seleciona pessoas leves.

Ah, mas o gasto energético…

Da mesma maneira que correr te dá mais sede e acabada a sessão você se hidrata, é verdade que correr gasta mais energia, e ela te faz, adivinhe, comer mais!

Evidências não faltam! O maior e mais cuidadoso levantamento nesse assunto envolvendo corrida mostrou que corredores não perdem peso nem mesmo treinando MUITOS quilômetros.

Veja bem, eu teria muito a ganhar caso a corrida fosse um bom emagrecedor, afinal o mundo está obeso e eu sou treinador! Aliás, a falácia de que a corrida te faz emagrecer é um equívoco que tem certamente vida longa, isso porque treinadores ganham ($$) com isso. E o nutricionista tem ainda a quem culpar (dirá que você foi indisciplinado com seus treinos).

Mas é uma verdade inconveniente! A corrida não irá te emagrecer. O que te emagrece é O QUE você come entre um treino e outro.

DIETA: O que NÃO funciona para melhorar meu desempenho na corrida?

1. SUBSTITUIR “COMIDA DE VERDADE”.

Chamamos de “comida de verdade” alimentos que “encontramos na natureza”. Ao mergulhar na vida e carreira dos melhores do mundo (de hoje e do passado) há uma recorrência enorme no tipo de alimentação. Cada um comia conforme as tradições, culturas e hábitos de seu povo, mas SEMPRE comiam “comida de verdade”!

Você não encontrará na história atletas cuja base vinha em pacotes, embalagens ou pós. Mesmo os que enriqueceram no esporte seguem consumindo comida de verdade. Não é questão de dinheiro.

2. “DIETA ESPECIAL PARA CORREDORES.”

Analisadas as razões que explicam o desempenho de corredores encontramos 3 enormes fatores: volume de treino, a capacidade de dissipar calor (a “máquina” esquenta e não pode ferver) e baixo peso.

A dieta de quem corre não tem que ter alimentos ou elementos específicos, ela tem é que cumprir duas máximas: manter a saúde do indivíduo E seu baixo peso. Não importa como!

Alguém que come muito carboidrato e pesa 85kg vai sempre ser uma versão piorada de si mesmo comendo menos dele e pesando 65kg, por exemplo. Não é qual macronutriente ou vitamina é melhor. A questão é: qual dieta te mantem leve!

3. IMITAR A DIETA DOS CAMPEÕES

Eu disse coma “comida de verdade”. É completamente diferente de comer a MESMA comida da elite.

Cada esporte escolhe seus melhores atletas. O amador faz o oposto: ele escolhe o esporte. Os melhores do mundo têm, além de treinamento e dedicação, são natos com capacidades específicas que os fazem elite quando submetidos ao treinamento.

Você aceita não ter a envergadura de LeBron James, a velocidade de Cristiano Ronaldo, a agilidade de Neymar. Por que acha que tem a mesma tolerância ao carboidrato que a elite africana? Uma das coisas que faz o africano correr “naturalmente” a 3min/km é a tolerância pra ingerir carboidrato de uma forma que você não consegue sem demonstrar sua intolerância: o ganho de peso.

A necessidade de estar leve SUPLANTA o consumo de carboidrato. Você não terá isso nem na faculdade!

Por que nutricionistas atacam low-carb e jejum?

Já reparou a quantidade de nutricionistas que se identificam como Fulano.Nutri, Nutri-Beltrana nas redes sociais? Tenho comigo que isso acontece de forma meio incomum. Isso tem um preço.

Na Nutrição (não exclusivo dela!) as crenças acabam moldando a identidade desses profissionais! E se nossa identidade está de forma tão severamente arraigada às crenças e a um grupo em particular (no caso a ortodoxia da Nutrição), qualquer ameaça ao status quo é uma ameaça à própria pessoa! É como se a sobrevivência da teoria do déficit calórico fosse a sobrevivência do Fulano.Nutri… ou que óleos vegetais sendo desbancados, desbancaríamos assim a Nutri-Beltrana.

Esses profissionais não buscam serem melhores (é quando tiramos o erro da frente que melhoramos), mas buscam apenas sobreviver. E defender a qualquer custo essas ideias (ainda que erradas!) é assim uma questão de sobrevivência!

Esses profissionais vivem atacando jejum, low-carb e cetogênica (e carnívora e Paleo, etc) não por razão técnica! Mas porque são exemplos de ameaças cada vez mais acessíveis ao leigo autodidata. Como o Fulano.Nutri tem sua identidade 100% atrelada à Nutrição (mas não a uma melhor nutrição!), é esperado esse anseio em atacar aquilo que ameaça o dogma da Nutrição.

Repare, por exemplo, que mesmo o Veganismo sendo inferior à Carnívora os profissionais não se manifestam. Sabe por quê? Porque o veganismo é a ortodoxia! Se é o status quo, não há porque se rebelar, uma vez que não é uma ameaça à identidade deles!

É a tática do medo! De falar que tudo é perigoso! Quando um professor vem e fala que jejum de 7 dias mata ele está mentindo… é mentiroso, é canalha, é mau caratismo.

Quando o Nutri Nesfit fala que jejum perde massa magra é a mesma coisa! Ele apela ao medo porque ele PRECISA destruir o conceito do jejum (ou low carb)… porque uma vez que o low carb (ou jejum) se sobrepõe à ortodoxia de comer farinha a cada 3 horas a Nutrição enterra antigas diretrizes e o Fulano e a Beltrana se sentirão mortos, pois essa é a identidade deles, não importa se certa ou errada.

“Se apaixone, mas nunca case com uma ideia.” 

O que Mark Wahlberg ensina sobre emagrecimento?

Você conhece o ator Mark Wahlberg? Gosto dele! Tem filme engraçado (Ted), unanimidade (Infiltrados), lixo (Transformers) e até cinebiografia (Invencível).

Ele teve que engordar 9kg pra um novo papel. Em quanto tempo? Apenas 3 semanas!

Sempre falo aos meus clientes: “destruir é mais fácil que construir”.

Por isso também que acho a ideia do Dia do Lixo de uma estupidez sem igual. Quando orientamos as pessoas no Desafio 21 Dias recebi gráficos das pessoas que na 2ª feira voltavam ao peso de 5ª feira anterior porque aliviavam a dieta.

Paula Narvaez já fez bons posts sobre isso… de como aliviar a dieta tem um peso – desculpe o trocadilho – subestimado.

Vocês sabem como o autor de Hollywood fez para engordar? Simples! Comeu várias vezes e fez visitas à padaria. Relato dele!

Engordar NUNCA teve relação causal, ou seja, de causa, com a ingestão calórica! É sobre QUAIS alimentos ingerimos que, por sua vez, sinalizam ao corpo que ele TEM QUE engordar e isso gera fome e POR consequência te faz engordar.

É mais ou menos como engravidar. A Paula (de novo ela) ganhou peso em nas duas gestações. Todos sabemos que não foi a cegonha que causou sua gravidez. A gravidez que fez a Paula ganhar peso! O nutricionista que fala em balanço calórico deve achar que comer muito faz uma mulher ter filhos!!

Meus sobrinhos… tenho 2 (8 e 10 anos)… comem igual dois demônios… e estão crescendo. Nem o mais estúpido dos defensores do balanço calórico acha que eles crescem porque comem demais… SENÃO que comem demais porque estão crescendo!

Wahlberg comeu demais porque comeu alimentos que sinalizavam que ele tinha que engordar! Igual a adolescência, igual a gestante… o superávit calórico é consequência hormonal.

Aí você vai na Nutricionista Nesfit e fala que quer emagrecer. O que ela pede? Que você coma várias vezes, evite gordura, coma grãos e mesmo farinhas.

Wahlberg tem pele em jogo. O salário dele depende do sucesso. A Nutri Cream Cracker não. E olha que engraçado… O ator pra engordar fez a mesma coisa que a nutrição ortodoxa pede que você faça para emagrecer.

O americano teve sucesso. A Nutrição é um retumbante fracasso em suas diretrizes. Quem está certo?

Eu tenho um palpite!

Livro: EM DEFESA DO JEJUM (pré-lançamento!)

E se de repente tudo o que você ouve dizer ou acha que sabe sobre jejum for um grande e enorme equívoco? E se de repente alguém te mostrasse, baseado em evidências sólidas e rigoroso controle, que esta prática milenar tem benefícios quase inimagináveis e nunca trazidos ao grande público de forma clara, didática e objetiva?

O jejum, ou seja, a abstinência voluntária de alimento e alimento, mas não de água, tem sido utilizado e praticado por nossa espécie desde os seus primórdios. Seja por falta de opção (miséria), seja por uma busca voluntária por seus benefícios. Porém, essa ferramenta de saúde é alvo constante de críticas por boa parte dos profissionais da área. 

​Diferentemente de muitos que emitem opiniões técnicas sem embasamento, o leitor verá que nenhum dos assuntos abordados no livro vem da opinião ou apenas “achismo” do autor. Não há uma tentativa de se reinventar a maneira ou a prática do jejum. O livro é apenas um veículo, em língua portuguesa, revisitando esta que é uma das práticas mais antigas e naturais de nossa espécie.

Revisitar esta prática não deixa de ser também um modo de rever nossa relação atual com a abundância constante de alimentos que parece ser uma das causas motores dos males de saúde, entre eles, a obesidade e todas as suas consequências prejudiciais à saúde.

​Será que combater o jejum, como fazem as diretrizes oficiais e os profissionais ortodoxos da saúde, é mesmo a melhor opção? Não estaríamos fazendo algo de muito errado ao abandonar um hábito que durante toda nossa existência mostrou ser fonte e promotora de saúde?

​Você verá na obra, por exemplo, que jejum não é nem nunca foi dieta! Que não há perda de massa magra em sua prática. Que ao contrário do que dizem em tempos de pandemias, ele é um poderoso promotor da imunidade. Assim como, impossível ignorar o tema em um mundo obeso e diabético, uma ferramenta útil no emagrecimento e no controle de inúmeras doenças.

​Leia e descubra por si só! Benefícios bem documentados na história e outros que você nunca imaginou haver. Venha em uma viagem com um material e estudos nunca antes publicados ou trazidos em língua portuguesa. Você vai se surpreender!

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