Arquivo mensal: agosto 2020

Como chegamos até aqui??

Nos últimos dias escrevi 10 dicas de alimentação. As pessoas sempre me perguntam como chegamos onde chegamos no assunto nutrição… como deixamos que as diretrizes tenham sido desenhadas de forma a ADOECER e a ENGORDAR a sociedade. Muita gente (não são poucas) acreditam e fazem teorias da conspiração. Eu não acredito! De verdade!

Um livro reconta muito bem o nó legal e tributário em que estamos. Em “Sal, açúcar, gordura” (Salt Sugar Fat) o vencedor do Pulitzer Michael Moss revela como podemos ser pessimista quanto ao futuro. Quem conhece a história por trás da teoria de que a gordura saturada faria mal se dá conta que Ancel Keys (um homem inteligentíssimo) fez o que qualquer acadêmico faria: distorceu o que tinha em mãos pra se provar certo.

Como TODA a categoria caiu na mentira, hoje não podem voltar atrás e admitir o equívoco. Eles não têm saída! Se admitirem que estavam SEMPRE errados, perdem crédito ($).

Eu não acredito em complô e lobbying da indústria alimentar e farmacêutica. Elas não precisam disso! Nutricionistas, Médicos e acadêmicos (professores principalmente) fazem isso de graça por elas. Minhas duas avós morreram analfabetas praticamente. Elas comiam banha. Meus professores? ELES quem me fizeram por anos consumir canola.

Eu NUNCA tive um treinador (todos eles formados e ex-atletas) que pedisse pré-treino ou lanche pós-treino. Foram meus professores (que nunca correram) que dizem que é preciso. Minhas avós sem irem à escola sabem mais sobre alimentação que 98% de meus professores. Elas nunca usariam redes sociais para defender um alimento industrializado, como os óleos vegetais industrializados. Quem faz isso é em sua maioria – sempre bom reforçar – gente titulada (Nutricionista, Médico, acadêmicos…).

Jejum & Corrida – workshop

É com ENORME prazer que trago a vocês que ao lado da Paula Narvaez iremos realizar nossa 2a turma de um workshop que foi enorme sucesso de público e crítica!

Por uma semana (via whatsapp) e mais 2 encontros via Zoom traremos tudo sobre a prática mais natural da humanidade.

Como fazer e como conciliá-la com seu dia a dia e com sua rotina de treinos e Corrida!

Começa 5a feira dia 03/setembro!

Faça como bilhões de pessoas mundo afora! Aproveite essa chance!

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Na Saúde… Bem… É melhor você ler. (dica #10)

Ao longo dos últimos 9 dias vim listando aqui dicas e conceitos do que seria uma dieta pensando em saúde e emagrecimento. Costumo dizer que comer bem e de forma saudável é MUITO simples, o que é diferente de ser fácil. Afinal, SEMPRE haverá em uma dieta restrições de alguma ordem. Até por isso mesmo é uma enorme tolice o profissional se declarar contra dietas restritivas. Não existe dieta anárquica!

Quem já leu um pouco que seja do que nos pedem nas diretrizes nutricionais vigentes, talvez com a exceção da dica 9 (que não costuma ser bem abordada), deve ter reparado que todas elas vão de certa forma na contramão do que recomendam as associações de saúde que vivem ($$$) às custas de doentes.

As pessoas mais próximas se espantam e vocês provavelmente se espantariam se soubessem quantos médicos tenho como clientes ou ainda quantos nutricionistas tenho na mais alta conta. A ideia de que não gosto desses profissionais é enorme tolice.

Eu costumo dizer que os nutricionistas têm uma boa-vontade tão grande, mas tão grande que farão tudo o que aprenderam em prol de um cliente. Até mesmo aplicar as barbeiragens até hoje ensinadas nas universidades.

Lembre-se SEMPRE: a realidade é soberana, ela não liga pras suas INTENÇÕES. O que isso quer dizer? Que por mais que você queira apagar um incêndio, se tentar fazer isso com álcool, não importa o tamanho de sua boa-vontade, o resultado será pior!

Visto assim, sabendo que as diretrizes são um retumbante fracasso, já que NÃO se sustentam em evidências minimamente controladas, mas em INTENÇÕES, ao procurar um nutricionista o que a chance nos revela? Que a boa-vontade deles é tão grande que aplicarão o que aprenderam. O resultado? Sua saúde será piorada.

São conceitos de risco. Em situação de doença, ao não termos o que perder, a chance de se deparar com um bom profissional, ou seja, aquele que NÃO aplica o que aprendeu, você (sua saúde) tem muito a ganhar.

Porém, em situação de saúde não. Sendo assim, SIM, ir ao Nutricionista na saúde não faz sentido aos olhos do risco. Por isso, a dica 10 é: na Saúde não vá ao Nutricionista.

Sono, Sol & Estresse. (dica #9)

Por décadas a Nutrição vem enfatizando duas coisas no emagrecimento (manutenção do peso): calorias e balanço calórico. Ela trata assim de forma matemática uma questão biológica. Não faz sentido. Não é aritmética, é fisiologia.

Toda espécie tem padrões comportamentais além da dieta. O ser humano, é diurno (dica 8), ou seja, dormimos de noite. Ao não mais dormirmos pela noite (seja por trabalho, estudo, por Netflix ou por baladas, por exemplo) nós criamos um distúrbio em nosso padrão de sono. E isso não só gera fome como menor força de vontade para resistir a alimentos menos saudáveis.

Não é somente o sono que faz isso. O estresse também. Por muito tempo nos diziam que as pessoas que trabalhavam demais engordavam porque geralmente eram trabalhos não braçais, não se movimentavam. Ignorava-se assim que o estresse entre tantas coisas mantém elevado os níveis de cortisol (não à toa chamado de hormônio do estresse).

E a elevação constante desse hormônio gera… engorda! AINDA que o executivo contrate um personal trainer porque isso não muda a RAZÃO do problema. Não adianta queimar mais calorias porque não é uma questão matemática, é biológica.

Não e à toa que a Pecuária que engorda seus rebanhos com enorme competência e eficiência mexe no padrão dos animais (diminuindo seu padrão de sono com luzes) e os mantêm estressados. (Além de oferecer os mesmos grãos e várias refeições ao dia que a Nutrição diz nos emagrecer).

Tem mais uma coisa que fazem. Animais confinados não são expostos ao sol.

Como animais diurnos, nós PRECISAMOS nos expor ao sol. É surpreendente como conseguiram nos convencer que sal (essencial à vida) faz mal, que jejum faz mal, que carne (o alimento nutricionalmente mais rico que existe) faz mal e que a exposição ao sol, ESSENCIAL à saúde, seja perigoso.

A não exposição ao sol piora nossa saúde! Dormir mal, dormir fora de hora e dormir pouco piora nossa saúde e nos engorda! O estresse nos engorda!

DICA #9: Emagrecer envolve cuidar do comer e do não comer (jejum); mas envolve também gerenciar o estresse e o padrão de sono.

Restrinja sua Janela Alimentar. Ou ainda: Jejue!

O Amarelo, o gato mais bonito do mundo, nos ensina muito sobre Nutrição. O Amarelo come carne, comida de verdade! Ele não come essas rações balanceadas (ricas em carboidrato) e por isso não engorda como os outros gatos.

Tem mais. Quando cai a noite o Amarelo some. Gatos são animais noturnos. Pardais são animais diurnos. Cada espécie tem um ciclo circadiano característico. E o ser humano, não importa sua profissão, é um animal diurno. O que isso nos diz?

Que sua saúde se fortalece quando nos alimentamos “no claro” e dormimos de noite. Sempre foi assim. Thomas Edison ter inventado a lâmpada ou haver TV a cabo 24 horas por dia NÃO muda nossa biologia que é a de NÃO comer tarde da noite.

Nossa espécie evoluiu e se constituiu com uma janela alimentar curta (janela alimentar é o tempo entre a primeira e a última refeição do dia) e de poucas refeições (fomos moldados na escassez, não à base de iFood e supermercados 24h). A ideia de 6 refeições ao dia e ceia às 23h é tão anti-natural que apenas acadêmicos poderiam sugerir tal coisa.

E POR FIM, O JEJUM

Jejum é a abstinência voluntária de alimento; um hábito e uma prática segura feito há milhares de anos por bilhões de pessoas com incontáveis benefícios registrados na literatura.

Jejum é, além disso, um estresse que o corpo consegue gerenciar de forma adequada saindo fortalecido da sua prática. O jejum deve ser praticado não porque emagrece! Mas porque mimetiza, SIMULA uma realidade de escassez e não-disponibilidade de alimento sob a qual nossa espécie evoluiu. SIM, jejuar é um pouco desconfortável. Exercício também é e ninguém sugere que por isso não seja praticado.

É muito difícil falar dos benefícios do jejum sem praticá-lo. É quase inútil. Faça! Jejue! Crie uma rotina de jejuar. Pule algumas refeições semanalmente e note os seus benefícios. Descubra por você mesmo! Só assim entenderá. Mas como é tão diferente do que pedem as tortas diretrizes, falar que está em jejum gerará espanto, então faça jejum, porém, não revele a ninguém!

DICA #8: Jejue eventualmente. E tenha uma janela alimentar restrita. De quanto? Entre 8 e 12 horas.

Exercício é maravilhoso à saúde, mas se você precisa dele para manter o peso, sua dieta é ruim. (dica #7)

Isso porque ele é uma ferramenta MUITO ineficiente para promover perda de peso! Seja aeróbio (ex: corrida) ou mais anaeróbio (ex: musculação ou cross-fit) praticar atividade física gera sede que você mais tarde resolve se hidratando. Por que você acha que não geraria fome ou que essa fome não seria resolvida comendo mais depois??
 
Todos conhecemos alguém que passou a correr (ou caminhar, ou fazer pilates…) e emagreceu. Em um mundo obeso quem trabalha com esporte (como eu!) só tem a ganhar ($) quando se assume contra todas as evidências mais controladas que atividade física emagrece o praticante.
 
Mas essa é uma falsa verdade MUITO cruel porque quando ela não funciona (na absoluta maioria das vezes), ela joga nas costas do praticante a razão pelo fracasso. Então o taxamos de preguiçoso ou guloso. É um jeito conveniente do especialista esconder sua incompetência. É como o médico dar o remédio errado a um doente e culpá-lo por não melhorar.
 
O esporte cuida dos músculos (fique com um pé atrás com o nutricionista que diz resolver massa muscular com dieta). E dieta é quem cuida da gordura (fique com o pé atrás com o treinador que diz resolver excesso de gordura).
 
O papel REAL do exercício em um programa de perda de peso (gordura) NÃO é o de queimar calorias, mas sim dar estímulos QUALITATIVOS para preservar (ou aumentar) a massa corporal magra (músculos) enquanto a gordura é perdida via melhor alimentação.
 
Nenhuma atividade física queima calorias suficientes para valer a pena um programa de emagrecimento. Sua meta deveria fazer com que uma (nova) dieta o faça perder gordura e exercite-se para NÃO perder músculos no processo.
 
Você deve se movimentar, fazer exercícios por INCONTÁVEIS motivos. Emagrecer? Até ajuda, mas está LONGE de ser uma eficiente ferramenta.

Dieta boa se mede pelo NÃO se come. É a Via Negativa! (dica #6)

A DIETA É BOA NA PROPORÇÃO QUE PODE SER COMPRADA EM UM AÇOUGUE OU FEIRA-LIVRE

Ou ainda

TENTE NÃO COMER O QUE SUA BISAVÓ NÃO CHAMARIA DE COMIDA

As recomendações nutricionais são um fracasso na teoria (sem embasamento) e na prática (a população obedeceu e engordou). Por décadas nos pediram pra comer mais alimentos “bons” (seja lá o que seja isso). Porém, uma dieta é boa não na proporção de alimentos bons que comemos, mas sim ao comermos MENOS porcarias. Até porque ao não comer o ruim, sobra-nos o bom, uma vez que ninguém vive de luz ou eterno jejum.

Nos posts (dicas) anteriores eu listei parte do ”ruim”. E aqui entra o conceito de Via Negativa. Que é o conceito de que a RETIRADA de um agente estressor é que nos faz melhor. Não é comendo maçãs ou tomando remédio que o fumante melhora, mas sim deixando de fumar.

Quais elementos PIORAM nossa saúde? É simples! Os alimentos NÃO-naturais à espécie e os alimentos processados e/ou industrializados. Sendo assim, nossa dieta fica melhor quando RETIRAMOS esses tipos de alimento.

Nossa dieta NÃO fica melhor ao agregarmos folhas, legumes, carnes e ovos porque seguiremos consumindo alimentos ruins. Ela melhora quando REDUZIMOS o consumo de óleos vegetais industrializados, açúcar, margarina, ultraprocessados e farinhas! Isso porque nada engorda ou adoece mais do que o “alimento” inventado pelo ser humano.

Por isso o conceito que a dieta é boa à medida que pode ser comprada em um açougue ou feira-livre (sinal indireto de que sua dieta é pouco processada).

Se você precisa ir ao supermercado comprar boa parte dos seus alimentos (porque não os encontra em açougues ou feiras), é sinal claro de que sua dieta é mais processada e industrializada, sendo assim, pior.

Imagine que você está no supermercado fazendo compras com sua bisavó ainda jovem ao seu lado. E a cada vez que você pega um alimento você pergunta a ela se ela sabe do que se trata. Ela não saberia o que são óleos vegetais, margarinas, adoçantes e tantas outras “substâncias comestíveis”!

DICA #6: tente não comer melhor, mas menos do “ruim”!

 

Óleos Vegetais (e Margarina): os piores alimentos que existem. (Dica #5)

Qual alimento que você acha que mais deteriorou a saúde de nossa sociedade? Provavelmente muitos diriam açúcar, afinal, seu caráter viciante, seu refino e o progresso tecnológico tornam seu acesso cada vez maior. Isso porque a indústria sabe de seu potencial mercadológico!

Porém, NADA é pior à saúde da população que os óleos vegetais (Soja, Milho, Girassol e o de Canola) e a Margarina. Reforço: NADA deteriorou e deteriora tanto nossa saúde quanto estes óleos e a margarina. Nem mesmo o açúcar.

Se por um lado o consumo de açúcar vem de séculos, o que o “piorou” nas últimas décadas é seu refino, fruto da tecnologia. Já os óleos vegetais citados não existem de outra forma que não seja 100% industrializado.

O QUE OS TORNA TÃO RUINS?

Esses óleos foram inventados há pouco mais de 1 século sem o menor controle ou testes de segurança. A Nutrição não deveria nunca ser vista que não seja aos olhos das doses e frequência de consumo. E esses produtos causam o consumo de doses de ômega-6 (não confundir com o 3) centenas de vezes acima do normal. Sim, consumir óleo vegetal é NÃO-normal. É mais do que isso: é prejudicial.

O que a indústria fez foi patrocinar entidades (o maior exemplo é a poderosa americana AHA) para demonizar os melhores óleos e gorduras, os naturais, que passaram pelo crivo do tempo, o maior agente de avaliação de segurança de um alimento.

QUAIS SÃO OS MELHORES?

1. BANHA (uma gordura natural)

2. AZEITE (que é apenas prensado, ou seja, um óleo pouco processado e consumido há milhares de anos)

3. MANTEIGA (pouco processada e consumida há milhares de anos)

Minha DICA #5 a qualquer pessoa é se LIVRAR da margarina e dos óleos vegetais industrializados de casa. Isso porque eles não são apenas nocivos, mas são 100% substituíveis.

Reforço: NADA, nem mesmo o consumo eventual de açúcar, pode fazer estrago maior à sua saúde.

Consuma menos frutas e tubérculos do que gostaria. (dica #4)

OU AINDA: a falácia do é natural
 
Uma das maiores falácias argumentativas quando o assunto é Nutrição é o ”é natural”. Urtiga é natural, grama é natural, cogumelos venenosos são naturais. E aqui reside o ponto principal: todo vegetal é natural!
 
Porém, cada espécie tem sua dieta baseada em um grupo de alimentos. Quando olhamos à história evolutiva do ser humano temos que carnes/ovos (praticamente todos), castanhas, frutas e ALGUNS legumes, ALGUMAS folhas, e ALGUNS cogumelos eram consumidos por nós.
 
Por um delírio profissional colocaram grãos e tubérculos, alimentos NÃO-naturais à espécie na nossa base alimentar. É lógico que isso carece de toda e qualquer lógica mais elementar.
 
Tubérculos e grãos não são naturais à espécie. Eles só entraram em nossa dieta após o domínio do fogo e ainda após a criação da agricultura (no caso dos grãos). Achar que grão é natural à espécie porque nosso tatataravô consumia é abrir a hipótese de que no futuro o Big Mac e milkshake poderiam estar na base alimentar. Tem que ser muito desapegado de raciocínio lógico pra concordar.
 
A agricultura transformou alimentos nunca antes consumidos (grãos, tubérculos e suas farinhas) como a base energética. Não faz sentido algum.
 
O consumo de tubérculos foi sempre DEPENDENTE de ENCONTRÁ-LO. O mesmo vale para frutas. Antes de sua domesticação elas eram sazonais (poucos meses por ano), locais (geograficamente) e com muito menos açúcar (viciante ao humano).
 
A evolução de uma espécie a “prepara” ao ambiente no qual ela vive. No caso do ser humano, a uma realidade de poucos tubérculos (dependente de sorte) e de poucas frutas (sazonais e de pouco açúcar).
 
A modernidade trouxe frutas anabolizadas de açúcar e tubérculos 100% acessíveis. Só que – novamente ela, a “realidade” – não preparou nosso organismo a esse ambiente. Ficamos assim viciados em frutas doces e aos tubérculos. Além de gordos e doentes.
 
MUITO mais importante do que perguntar se algo é natural é saber se algo é natural À ESPÉCIE. Grãos (dica #3) não são. Tubérculos e Frutas são em baixa quantidade.
 
Então consuma menos de ambos do que o paladar pede. É nossa dica #4.

Diretrizes e Valor Nutricional

Sacrificaremos o que for pra defender nosso direito à cerveja, piadas e carboidrato, até a lógica!

A Nutrição compreende MAL o que é valor nutricional. Espanta, por exemplo, a defesa que fazem da aveia, um alimento não-natural à espécie e pobre nutricionalmente. O argumento? Fibras.

Porém, aveia é pobre em fibras. O valor nutricional deve SEMPRE levar em consideração as calorias que o alimento tem. nada vale ser analisado que não seja tendo calorias como base de comparação.

Aveia nunca pode ser considerada rica em fibras porque tem MUITAS calorias na forma de amido, um elemento engordativo a nós. Ou seja, aveia não ajuda a emagrecer, mas a engordar! Lembre-se: a pecuária é MUITO mais eficiente em engordar animais do que a Nutrição em nos emagrecer. O pecuarista oferece aveia pra engordar animais. Tire suas próprias conclusões!

Alimentos ricos em fibra são os alimentos que oferecem MAIS fibra com MENOS calorias. Fontes: folhas e legumes (basta excluir batata e mandioca). Frutas? A grande maioria possui muitas calorias (do açúcar). Grãos? Muito amido (glicose “pura”).

A piada com Drauzio Varella diz que você precisa beber muita cerveja pra ter as vitaminas. Com grãos e frutas é igual. Ambos oferecem POUCOS nutrientes e fibras pelo tanto de energia que trazem. O que a Nutrição pede? Que optemos por carnes e legumes, alimentos RICOS nutricionalmente? Não! Que tenhamos como base grãos e farinhas, alimentos POBRES nutricionalmente, consumindo assim MUITAS calorias, muito AMIDO (um elemento engordativo porque faz disparar a insulina, nosso hormônio engordativo).

Pra piorar pede que consumamos carnes magras, empobrecendo o alimento (pois não terá vitaminas e minerais, presente nos cortes gordos e vísceras).

Em uma hierarquia de riqueza nutricional de alimentos NUNCA se esqueça: a base deve ser feita em calorias. Grãos e tubérculos oferecem MENOS nutrientes por caloria ingerida. POR ISSO o foco deveria ser em proteína (e nada é mais proteico que carne e ovos) e fibras (nada oferece mais dela que folhas e legumes).

Insistir com grãos é como beber cerveja pra ter vitaminas. Pode ser gostoso e inebriante, mas ineficiente.