ESPORTE & NUTRIÇÃO: que sejam vistos SEMPRE aos olhos do natural

Porque a realidade é soberana“…

É comum aqui a pessoa que discorda vir com o discurso do “mostre estudos“. Isso é ignorância lógica, burrice metodológica. É como se EU precisasse mostrar que palatinose NÃO funciona quando na verdade cai sobre “ela” o ônus da prova, de que é melhor.

Eu NÃO preciso de estudos quando basta olharmos à realidade, que é sempre soberana.

NA NATUREZA NÃO EXISTE RECOMPENSA ANTES DO ESFORÇO

O argumento de que nosso desempenho físico precisa de alimento prévio NÃO se sustenta porque nosso máximo desempenho e eficiência se faz necessário JUSTAMENTE na ausência de comida, quando precisamos encontrá-la usando nosso físico!

Não comemos para fazer exercício. Fazemos é exercício para comermos! Só um acadêmico ou nutricionista pra ser míope o suficiente pra pensar o contrário!

Tem mais! Dizer que pós-treino é essencial IGNORA a realidade de que MUITAS vezes o indivíduo FALHA na obtenção do alimento. Ou seja…

PRÉ-TREINO e PÓS-TREINO (esse após todas as sessões) são ECOLOGICAMENTE NÃO-naturais!

Escrevo isso no dia que vejo o post de um ultramaratonista profissional que diz esticar o desconforto mesmo APÓS o fim do treino como que estendendo a sessão. Não poderia concordar mais! Fazia isso “escondido” há tempos. Pra mim NUNCA fez sentido a história do comer pós-treino quando sem fome!

A Nutrição Esportiva DELIRA ao criar a diretriz de comer após o treino baseando a lógica do profissional no amador. Isso não faz o MENOR sentido!

Como a nutrição esportiva, ao contrário do esporte, NÃO se baseia na prática, mas em FÉ, ela deve ser SEMPRE QUE POSSÍVEL evitada.

PALATINOSE – 3 funções essenciais

Pro leitor entender, palatinose é basicamente um açúcar caro. Pro leigo saber, tudo que termina em “ose” na nutrição possui grandes chances de ser açúcar (glicose, frutose, dextrose… palatinOSE). A dificuldade que profissional de saúde tem com carboidrato é de não entender que ele vai virar açúcar no organismo (e isso NÃO É necessariamente ruim!!!)… É a FÉ que rege basicamente todas as diretrizes da área.

Não me pergunte pra quê ingerir palatinose antes ou durante a corrida… Eu não sei a razão… O que eu sei é que em um mundo com tamanho fluxo de informação aprendi que ela serve pelo menos pra 3 coisas. E a última dela é ESSENCIAL.

1. ELA ATRAPALHA. Skin in the game.

Esporte é a prática mostrando sua superioridade funcional sobre a teoria. Em TUDO no esporte você antes observa a prática e só então CRIA a teoria, a explicação. NÃO o inverso. Se os melhores do mundo não ficam carregando palatinose antes dos treinos, quem a consome gera um ritual que tira o foco daquilo que REALMENTE importa. Mantra: faça aquilo que os melhores da prática fazem, não o que teóricos pregam!

2. ILUDE.

São conhecidos os efeitos do placebo. A pessoa que acha que palatinose funciona pra algo só nos reforça o poder do placebo. A energia que ela oferece é tão irrisória, é tão sem fundamento, que somente um nutricionista ou um acadêmico ou um vendedor são capazes de defender vantagens de seu consumo. Então, e aqui não há nenhum problema, é preciso admitir que seu efeito é TÃO SOMENTE como placebo. É como uma confissão: sua eficiência se baseia num conhecido NÃO-funcionamento. Ela te ilude ou ainda: você PRECISA ser iludido.

3. ELA POUPA O MEU TEMPO (o meu mesmo!!)

Ela me ajuda porque de cara sei duas coisas. A primeira: eu sei que quem consome foi enganado (e aqui vale dizer: NÃO há NENHUM problema nisso! Eu mesmo fui enganado por anos nas faculdades… Seja por professores que nunca correram, seja por professores que invertiam a ordem essencial de prática e teoria, seja por professores que não sabiam o que estavam falando e ainda pelo pior tipo deles, professores que nos forçavam a comprar seus livros nas disciplinas que davam.

Além do uso da palatinose me mostrar quem foi iludido, enganado (reforço: não há NENHUM problema aqui!), em uma vida corrida ela me mostra ainda que o profissional que recomenda ou não tem IDEIA do que está falando (e é só burrinho, coitado). Ou está só nos vendendo mesmo. Aí é preciso de classificá-lo pelo que ele é: vendedor. E não há mal nisso. É só mais direto. E poupa meu tempo.

De azeitonas, mangas e suco de tomate…

Estava em férias pela Grécia. Um dos produtos locais é o azeite. Eu NUNCA tinha visto tantas oliveiras carregadas e elas existem pelas ruas em canteiros abertos. A azeitona é biologicamente uma fruta, igual uma manga, um limão e um… tomate.

Quando era moleque, em minhas férias escolares ia a Tietê (SP), cidade de minha avó. Quando era época de manga (frutas são sazonais, tenha isso em mente! O homem é que a fez disponível por 365 dias ao ano) a molecada subia no pé para pegar as mangas ainda verdes que AINDA ASSIM são mais doces que qualquer azeitona ‘in natura’.

As oliveiras gregas não contam com crianças brigando para comê-las ainda no pé. Por quê? Porque elas carecem daquilo que faz as pessoas comerem frutas de sobremesa: açúcar.

Por que as pessoas não fazem saladas de frutas com azeitonas, limão, berinjela, maracujá e tomate? Porque são baixas em açúcar e relativamente altas em fibras.

 

As pessoas buscam em uma fruta o mesmo que buscam em um bombom, um kit-kat ou num Oreo: muito açúcar, baixa fibra. Quando não encontram, como acontece na azeitona ou no tomate, não o consomem como fruta. Ou, no melhor dos casos, fazem SUCO de tomate, que é um modo de você CONCENTRAR o açúcar e REDUZIR a fibra.

Não entendo a dificuldade que profissional de saúde tem de não entender algo tão básico: SUCO oferece MUITO açúcar em escala NÃO-NORMAL, sendo assim, NÃO TEM COMO seu consumo ser saudável!

As frutas como as conhecemos hoje foram TÃO alteradas para ter MUITO açúcar, POUCA fibra e estar disponível o ano todo, que devem ser consumidas com muita moderação. Legumes e folhas SIM. Fruta? É indulgência.

O delírio do pré-treino

Duas perguntas recebidas no Instagram me reforçam o delírio coletivo de toda uma sociedade (que os autores das perguntas não se ofendam, os exemplos são apenas sintomas sociais). Ei-las:

1. Quanto tempo após comer se pode correr sem perder rendimento?

2. O que comer antes de treinar?

Na minha experiência – vamos lá – eu NUNCA conheci um Nutricionista que entendesse de esporte. Eu não disse que eles não existem! Só disse que não conheço nenhum. NEM. UM.

Certa vez conversava com um cliente acima do peso e ele me dizia que queria perder peso correndo. Expliquei que ele, nordestino, poderia vir caminhando de sua cidade até SP e AINDA ASSIM lhe sobraria gordura corporal de sobra. Aqui 2 pontos:

– Corrida/caminhada gasta poucas calorias;

– O desafio não é gastar, é conseguir ACESSAR sua reserva energética.

Porém, e esses Nutri-Nesfit que recomendam suplemento e pré-treino JAMAIS entendem – até porque não sabem NADA de esporte – , você NÃO TEM acesso à sua reserva pré-alimentado! Por vários motivos. Um fisiológico é que comer eleva os níveis de insulina que INIBEM a queima de gordura. Isso está na aula 2 de Fisiologia (na primeira o professor se apresenta e fala as datas da prova). O nutricionista que prescreve pré-treino em amador deve ter faltado nessa aula.

O motivo conceitual é mais simples! Não faz sentido NENHUM comer antes de atividade física porque em nosso modelo evolutivo os ancestrais quando jejuavam por não TER comida estavam procurando por ela, eram fisicamente ATIVOS. Sendo assim, o padrão é fazer ATIVIDADE FÍSICA enquanto estiver em jejum! Nenhuma criatura selvagem adulta descansa quando não possui calorias!

Tem mais! É JUSTAMENTE quando temos grande fonte de energia endógena (gordura corporal) que nosso cérebro avisa ao corpo de que NÃO precisamos mais ser ativos pra encontrar comida. Já disse aqui: é um ENORME erro interpretativo esperar que alguém com sobrepeso seja MAIS ativo, mais disposto.

Energia endógena –> letargia e sedentarismo.

Energia exógena –> descanso.

A Nutrição como prática VIVE de negar a realidade. Por isso é um fracasso.

Sobre GRÃOS e valor nutricional

Um conceito muito pouco divulgado e compreendido na Nutrição (NUNCA tive na faculdade, por exemplo) é o que trata da riqueza nutricional de um alimento. Para isso você PRECISA considerar 2 elementos: quantidade de nutrientes (isso parece bem óbvio) e a de energia (bem menos óbvio, mesmo entre profissionais).

Para dizer que AVEIA, por exemplo, é nutritiva, rica em fibras, você precisa atropelar ou fingir não saber (ou não saber mesmo!) 2 coisas: que ela oferece POUCA fibra (muito mais carboidrato) e MUITO pouca fibra por caloria consumida. Dizer que AVEIA é saudável e fonte de fibras por TER fibra é dizer que açúcar mascavo é saudável por ter vitaminas. Em AMBOS os casos você ignora a energia consumida.

ENTRAM OS GRÃOS

Em TODAS as rodadas de perguntas aparecem questões sobre arroz. Necessários? Saudáveis? Maléficos?

Eu NÃO consumo (nem recomendo!) NADA de grão que não seja PURA indulgência e consumo MUITO reduzido. Se a história da humanidade fosse resumida em 24 horas, grãos passaram a ser consumidos nos últimos 5 MINUTOS.

GRÃOS NÃO são naturais à dieta humana. Ponto. São frutos da Revolução Agrícola (não confunda com a Industrial).

Por não serem naturais, eles são consumidos agora de forma refinada (agora sim, após a Revolução Industrial) são de certa forma bem TOLERADOS em nossa dieta, o que é bem DIFERENTE de ser bem-vindo à dieta!

POR QUE NÃO CONSUMIR GRÃOS?

Por 2 lógicas. A primeira é porque não são NATURAIS à nossa dieta. O tempo é a MAIOR e MELHOR variável para cálculo de risco. Se por 23h55 estava “tudo bem” SEM grãos e nos últimos 5 minutos comemos grãos e estamos MUITO doentes, por PRECAUÇÃO você o TIRA da dieta.

A segunda razão é também de ordem lógica. Grãos possuem toxinas e anti-nutrientes para impedir que os herbívoros (e nós humanos) comam a prole da planta, afinal, grãos são sementes!

GRÃOS são ainda fonte abundante de carboidrato (e nutricionalmente MUITO pobres), o macronutriente NÃO essencial à vida humana, reduzi-lo assim parece lógico.

Por fim, não me pergunte por que devemos cortar consumo de GRÃOS. Mas pergunte, sim, aos nutricionistas por que diabos consumi-los!

”Mas sempre comemos arroz-feijão e não éramos obesos…”

Semana passada estive no interior de Sergipe visitando a parentada. Não precisa ser especialista para saber que arroz, feijão, farinha, macarrão, mandioca, tapioca e frutas são partes majoritárias no cardápio. Carne? Pouca, muito pouca. Mas a imagem que ainda temos é de magreza e pobreza.

Visito a região desde sempre (menos do que gostaria ou deveria). Quando era menino era quase uma aula prática de Biologia ou Geografia. Crianças desnutridas. Agora que volto adulto a obesidade é rampante, mesmo em povoados que dependem financeiramente do Bolsa Família.

O que se conclui? Que o amido dos grãos ou raízes não engorda, que a culpa é do “balanço calórico”. Se você quer estar à frente da absoluta maioria dos especialistas em Nutrição, basta você entender algo que a ortodoxia faz questão de não entender: a questão calórica EXISTE, óbvio! Não se nega a realidade! O que é preciso entender é que ela é uma CONSEQUÊNCIA de uma dieta ruim, não CAUSA dela.

CORRER É BOM?

Lógico! Mas se você tem um fêmur (ou tíbia) trincado, é uma péssima escolha de exercício. Arroz e feijão com farinha é veneno? ÓBVIO que não! Mas em um caso de obesidade passa a ser uma EXCELENTE alternativa MOMENTANEAMENTE restringir fortemente seu consumo. GRÃO é alimento de sociedade POBRE (um dia falo mais à respeito). Ele é MUITO pobre nutricionalmente.

Se o balanço calórico positivo e a obesidade são AMBOS CONSEQUÊNCIAS de uma dieta ruim, não CAUSA, temos que MELHORAR, ENRIQUECER a dieta comendo alimentos RICOS nutricionalmente.

E QUAIS SÃO OS ALIMENTOS NUTRICIONALMENTE RICOS?

(fora de ordem) Carnes, Ovos, Legumes de baixo amido, Castanhas e Cogumelos.

Frutas? Não. Grãos? Não. Tubérculos? Não.

Restringir esses alimentos no caso de sobrepeso/obesidade é o deixar de correr no caso da perna quebrada. Não é difícil de entender, vai…?

Por fim, no povoado que fico há hoje mais açúcar, refrigerante, sorvete e pães que a família mais rica jamais comeu décadas atrás. É sobre a DISPONIBILIDADE de comidas “erradas” que a sociedade tem hoje.

Emagrecedor: Xadrez vs Corrida

O ano é 1984, o Campeonato Mundial de Xadrez é temporariamente adiado porque o defensor do título, o russo Anatoly Karpov, havia perdido 10kg por causa das partidas.

Em outra edição, 20 anos depois, era a vez do campeão Rustam Kasimdzhanov sair 8kg mais magro.

Eu sempre falo que a ideia de que nosso peso (para mais ou para menos!) é resultado da teoria nunca antes DEVIDAMENTE testada do “balanço calórico” ainda permanece viva e forte é porque ela é apaixonante! (na verdade ela já foi N vezes refutada)

Ela é tão simples! É só jogar um conceito matemático em algo que SABEMOS ser biológico. Nela você ainda joga a culpa do sobrepeso em um fator meio puritano (a gula e preguiça do obeso!) e tira 100% das costas do especialista o caráter de incompetente por não compreender de conceitos básicos de sua área.

Se um profissional de saúde Marciano chegasse à Terra e fosse a um parque público sairia de lá com a teoria de que correr engorda, tamanha é a quantidade de pessoas acima do peso correndo.

Mentira!

Sabe por quê? Porque depois ele iria à África ver quenianos e etíopes magérrimos também correndo e concluiria que não é que corrida engorda ou emagrece.

É que africanos correm PORQUE são magros (e não para FICAR magros). E que os amadores acima do peso correm porque querem ser magros porque aqueles que são pagos para nos emagrecer ainda não entenderam que é uma questão de biologia… É sobre O QUE se come… E que não é matemático, sobre o QUANTO se come.

Donos com sobrepeso? Cães mais gordos!

Vivemos em um mundo tão maluco que especialistas debatem se a crise global de obesidade tem causa majoritariamente genética. Segundo esta lógica, em questão de décadas mudamos os genes do globo. Seria tudo uma grande coincidência que a mudança nas diretrizes nutricionais (que pede que consumamos mais carboidrato, menos gordura, consumamos laticínios desnatados, comamos 6 vezes por dia, usemos óleos vegetais, nos movimentemos mais e aumentemos nosso consumo de grãos e frutas) tenha vindo junto desta explosão da obesidade.

Fazemos o que pedem, engordamos. É genética? NÃO. É pura miopia dos especialistas. Não há NADA (além do “se movimente mais”) em suas diretrizes que não PIORE nossa briga com a balança.

Os dados de um interessante levantamento dinamarquês veio nos apontar o óbvio: pessoas com sobrepeso são duas vezes mais propensas a ter cães também com sobrepeso.

Comparado com a Nutrição Humana, a Medicina Veterinária é igualmente ineficiente e incompetente quando o assunto é sobrepeso em cães e gatos. Não espanta que a conclusão do estudo também seja míope: “os tutores desses cães obesos são em parte culpado porque alimentam seus animais mais vezes e com guloseimas”.

Já escrevi aqui como não faz muito sentido buscar orientação com Nutricionista com sobrepeso. Se ele não sabe emagrecer a si próprio, como pode ensinar você a comer melhor?

Um dono de cachorro gordo não sabe direito aquilo que o faz ter sobrepeso. Não espere que ele saiba alimentar um cão. Não à toa a incidência de crianças acima do peso também é maior em pais obesos (mas os míopes dirão que é genético).

Tente engordar um cão com alimento da espécie. Convido você: TENTE engordar um cão dando carne. Tente! Você não consegue! Agora dê ração e snacks comerciais e veja o que acontece…

Não é sobre genética! Esta ideia como causa da globesidade é ESTÚPIDA. Não é necessariamente sobre comer muito ou muitas vezes. Mas é PRINCIPALMENTE sobre O QUE você dá ao seu animal.

A igreja dos alimentos errados!

Quando falei de AVEIA dias atrás descobri toda uma religião por trás dela que a defenderá custe o que custar. Consumidores (já falo deles) eu entendo, já profissional da área dizendo que alimento rico em carboidrato reduz absorção de carboidrato me confunde a cabeça (mentira! Só me reforça a ideia que a Nutrição vive um delírio coletivo).

Resolvi então falar de SUCO. Um alimento, no delírio de diretrizes, tido como saudável. Descobri nos comentários que há até nutricionista que recomenda dar suco a crianças. É mole?!

SEMPRE que você fala de suco o consumidor, que não é bobo, virá defendê-lo. Custe o que custar! Até eu que sou mais bobo gosto de suco! Errado é quem não gosta de suco! Torta de maçã, que eu também gosto, não há quem a defenda. E por quê? Porque ele se esconde atrás do mito do “natural”.

Algumas palavras, como “natural”, “orgânico”, o mercado sabe bem: ajuda MUITO a vender. Mas urtiga também é natural e ninguém passa na cara. Grama é natural e ninguém faz suco. Faltam-lhes fiéis defensores, mas principalmente…AÇÚCAR.

No mundo paralelo do nutricionista que recomenda suco a uma criança ou aveia ao diabético, a enorme quantidade de amido e frutose deles se esvaem no ar como esperança, é uma FÉ de que aquilo ali será saudável ao corpo, mesmo contra toda lógica ou… EVIDÊNCIAS.

SUCO versus REFRIGERANTE

O argumento é SEMPRE o mesmo. “Suco é melhor que refrigerante”! Mascavo é melhor que açúcar refinado, NEM POR ISSO o faz livre ou bom ao consumo. Suco e Refrigerante compartilham da riqueza em frutose. O açúcar da Fanta não vem de Saturno!

A imagem do texto de hoje é de um refrigerante orgânico, sem elementos artificiais, produzido – ironia das ironias – pela Coca-Cola. Misturando fibra e um polivitamínico a um refrigerante desses faz dele melhor que um suco?

No fundo no fundo o consumidor já decidiu que vai tomar suco. Por quê? É doce, tem açúcar e é gostoso! Ele apenas PRECISA e está desenvolvendo um racional para fazê-lo aplacando a sua culpa. E para tal ele vai argumentar com o que for preciso. Ele PRECISA é acreditar… Ele irá se enganar se preciso for!

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Os 4 piores alimentos a se ter em casa!

ÓLEOS VEGETAIS

NUNCA fomos tão enganados! A ideia que um produto 100% industrializado como os Óleos Vegetais (Soja, Milho, Girassol e Canola) é um bom alimento para consumo é ultrajante! Esses óleos são as piores alternativas alimentares que você tem para usar na cozinha. Eles são obesogênicos (sim, engordam), inflamatórios e fazem mal ao coração. Muito importante: Azeite NÃO entra neste grupo!

Não há NENHUMA justificativa para usá-lo em casa, uma vez que ele é 100% substituível sem perda de sabor por alternativas (mais caras) como o azeite e o óleo de côco ou outras (mais em conta) como a banha e manteiga. Se seu profissional de saúde pede que você insista e não troque o óleo vegetal, sou eu que insisto: troque de profissional.

MARGARINA

A história da farsa das recomendações nutricionais passa pelo delírio da recomendação da margarina. É comum ver profissional da área sugerindo. Se existe UM alimento que NÃO deveria ser consumido é ela. Ela é 100% substituível (ganhando em qualidade nutricional, sabor e segurança) pela MANTEIGA. Manteiga passou pelo crivo do tempo, a margarina NÃO. Proibir dar margarina aos prisioneiros de guerra deveria estar no Tratado de Genebra. Se seu profissional de saúde recomenda margarina, você não precisa de inimigos.

ADOÇANTES

Não importa qual! Xilitol? Sucralose? Stevia? NADA. Um dos maiores responsáveis pela atual crise de obesidade no planeta não é sedentarismo, genética (que piada!) ou açúcar, mas haver ALIMENTOS ENGORDATIVOS de forma MUITO barata muito acessível 24 horas por dia. A solução que o mercado dá? Produtos de segurança NÃO comprovada “ao nosso alcance muito barato 24 horas por dia”. Você enxerga um padrão aqui? Se você não tem em casa, você não consome. Simples assim.

SUCOS DE FRUTA

Em casa é melhor beber vinhos ou destilados (com responsabilidade) porque ele dá um feedback que o açúcar não dá. Frutas são os doces da natureza. Suco é o refrigerante da natureza. Se você não pode beber Coca-Cola quando quer, por que acha que suco pode? Faz algum sentido? Seu profissional de saúde fala que suco é saudável? Ele te quer gordo e doente pra te atender, só pode ser isso!

*Se você gostou do que leu aqui, estou certo de que vai gostar do que vai encontrar de surpreendente no e-book O Nutricionista Clandestino! (a versão impressa você acha aqui!)